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5 Estratégias Para Criar Campanhas Bem-Sucedidas Em 2019

A primeira semana do ano é acompanhado por uma tabela de compromissos e a firme convicção de que serão cumpridas. Os propósitos de término de ano são, em muitos casos, de natureza pessoal, entretanto para o executivo de marketing, as coisas tendem a ser diferentes. Tenho a convicção de que o marketing no México e pela América Latina terá um ótimo ano e que veremos mais peças premiados em festivais como Cannes e avanço para marcas locais no exterior.

Para ter sucesso em 2016 existem algumas estratégias que se tornaram tendência entre as marcas mais fortes do planeta. São ideias que se têm levado ao mercado com um grau de elegância particular e que hoje precisam ser consideradas melhores práticas para empresas de todo o tamanho. As marcas que mais ganharam terreno em 2015, foram as que voltaram seus esforços na estratégia de fato cultural.

Under Armor, como por exemplo, detectou uma chance no segmento de mulheres atléticas de 20 a trinta e cinco anos. Para adquirir se marcar como uma marca de moda com voz feminina lançaram a campanha “I will what I want”. A porta-voz da estratégia foi a modelo Giselle Bündchen e neste momento sofreu avaliações por se tirar da mensagem original masculino Under Armor. A agência Droga5 tornou mensagens positivos e negativos em divisão da campanha e detonou um vigor de marketing digital que posicionou a corporação como entre as mulheres de forma maravilhosa.

Com aumentos de venda de vinte e oito por cento e mais de quinze milhões de dólares em earned media a corporação superou todas as expectativas originais. Uma das máximas do marketing é doar ao comprador o que for pedido. As estratégias usadas nas exigências do freguês são pouco frequentes; no entanto, a mão-de-estudos de Big Data passará a ser “espaço comum” a um insight segurado. Justamente a empresa de seguros norte-americana Geico utilizou um estudo de aversão a comerciais no youtube para doar ao cliente o que procurava. O insight foi simples, o consumidor não ama pré-rolls.

A corporação montou um anúncio que terminava antes que o botão “skip advertising” apareça. Os comerciais de Geico somaram 5.1 milhões de visualizações no primeiro mês e hoje são considerados como fonte na fabricação de comerciais digitais. A compra de espaços publicitários na internet teve um progresso saudável nos últimos anos.

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  • 37 Dúvidas a respeito da relevância enciclopédica
  • Monitorização das acções
  • o Que vantagens e que valor tem de comprar a minha
  • Os consumidores querem saber sobre isso os bens e serviços estrangeiros

Na minha coluna há muitas semanas debatia sobre o crescimento a longo período e a sua iminente estabilização frente a outros meios. No entanto, as marcas têm encontrado que a compra em tempo real e a fusão com Big Data ajuda a ter resultados em curto período muito interessantes. Ikea implementou a compra de espaços por intermédio do clima nas áreas de interesse de cada uma de tuas lojas. A partir de insights sobre o modo de seus clientes, a corporação de móveis investiu menos dinheiro em dias ensolarados e mais orçamento em dias com chuva. O efeito tangível foi um acrescentamento de 40% em cliques em banners com um retorno a respeito do investimento de 24 por cento comparado com o ano passado.

“As grandes empresas multinacionais de países como os EUA ou o Reino Unido há anos, com estratégias ativas de otimização de fatos”, descreve Fernando Meco, diretor de Marketing, Parcerias e Canal de SAS. Esta onda digital para as empresas começam a chegar a Portugal. “A localização portuguesa em relação à transformação digital é razoavelmente sensacional.

Um estudo do MIT Sloan Management (Instituto Tecnológico de Massachusetts (mit) entre quatrocentos e grandes corporações, apontam que a transformação digital está se dando entre todas as corporações, incluindo indústrias usuais. Como descreve um relatório da organização especializada em recrutamento de altos cargos, Russell Reynolds, o último passo desta proliferação de diretores digitais desemboca em que tenha ceos com perfis digitais, como ocorreu no BBVA. Manuel Alonso descreve que, geralmente, a estratégia digital de grandes corporações enfrenta 4 grandes eixos: o das mídias sociais, o do telefone móvel, o da adaptação recinto ao local da corporação e o “Big data”.

Alonso, ademais, sinaliza 4 grandes setores onde a transformação digital está se abrindo passo com superior potência: a banca, as farmacêuticas, o turismo e a distribuição. “Cada vez é mais contínuo que exista departamentos de transformação digital nas empresas. Não costumam ser grandes, empregam entre 5 e 10 pessoas”, descreve.

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