A faculdade Não Reverte A Desigualdade Social 2

A faculdade Não Reverte A Desigualdade Social

Os dados são claros: a universidade não serve de elevador social. Ou muito pouco. Nem mesmo reproduz a infraestrutura de classes da sociedade atual. 40% das famílias estão classificadas na classe de classe média baixa ou baixa. Em compensação, somente 22% de seus filhos chega à faculdade.

Estes mesmos alunos financiam seus estudos compaginando o serviço no decorrer do curso ou no tempo de férias de verão, fazem uso bolsas de estudos e não participam pela mesma proporção que seus colegas em programas de mobilidade, como o Erasmus. Estes são os resultados do espaçoso estudo, Ser milan campus universitário avui, produzido por Xarxa você Mora que se acaba de mostrar na Universidade de Barcelona (UB).

  • Índice de endividamento
  • o Que você faz mal
  • ensino Médio pra Trabalhadores
  • 21 Projeto Immunomedia, Universidade do minho

Está fundamentado nas respostas online de 40.000 estudantes da Catalunha, País Valenciano e Ilhas Baleares. “O Plano Bolonha, do que agora se completar 20 anos de sua aprovação, não melhorou a equidade”, conclui um dos autores do trabalho, o sociólogo catalão Antonio de Carvalho. Não só estão menos representados, mas que as titulações que escolhem tendem a domínios sociais e de humanidades, e em menor medida de ciências e engenharias, “com o traço de segregação por origem socioeconómica que esse dado comporta”.

O pesquisador Ernest Pons sublinha a vulnerabilidade da categoria mais baixa. Por que não chegam à universidade? “Têm uma esperança de existência educacional curta”, conclui Pons. Para Miquel (A) há um efeito “perverso”, por causa de essas famílias acabam pensando que “a instituição de ensino não é para eles”. Em relação às ajudas económicas da administração os autores consideram que são também insuficientes. “Muitas famílias não podem arcar com as despesas decorrentes de estudar como o transporte ou livros, e outras, ainda necessitam que seus filhos trabalhem”, sinaliza Pons.

Para Carvalho, o sistema de ajudas não apresenta mais para as pessoas que mais necessita, todavia que é uma espécie de café para todos. Como os programas de mobilidade internacional (o mais famoso é o programa Erasmus), em que participam, quase que exclusivamente, as classes altas. De fato, segundo este relatório, só 8% dos estudantes estão indo para fora para preparar-se. A universidade continua a ser financiado pelas famílias de modo majoritária.

Para 25%, a família é a única referência de renda. 20% dos alunos pagam tua carreira com seu respectivo trabalho. Em consequência, a idade de emancipação é mais tardia em ligação a outros países. A formação do mestrado, se consolida como uma continuação direta dos graus e provoca um atraso na emancipação. Mais da metade dos estudantes compaginan serviço e estudos. O relatório analisa outros estilos da vida universitária dos jovens, como o evento de que as corridas a repetição dos papéis de gênero.

você Pode ver mais Pontos por esse link. A partir de um princípio Ramón se propôs definir essas situações, incorporando os sentimentos de uns e outros de ‘funções’ envolvidos (stalker, espectador e vítima). Tratava-Se de impossibilitar um discurso argumentativo puramente racional, à revelia da análise coletiva das emoções que se manifestavam pela representação dos diferentes ‘funções’.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima