A Rebelião Dos Jovens Turcos 2

A Rebelião Dos Jovens Turcos

A onda de protestos no parque de Justiça de Istambul, foi descoberto um enorme grupo de mulheres dispostas a proteger os seus direitos. Eis os motivos de tua luta. “A potência dessas manifestações são as mulheres e a juventude”, anuncia rotunda Fatma, uma professora de educação infantil, de 29 anos, que se define como muçulmana anticapitalista. O que têm em comum Fatma e Zeynep, apesar de suas aparências tão diferentes?

Como a maioria das mulheres que se reuniram em Gezi, são moças de categoria média, universitários ou profissionais, que foram situado na primeira linha de protestos desde que essas se iniciar no dia 31 de maio. Verdadeiramente, esta alta e espontânea participação das adolescentes turcas é alguma coisa muito significativo num nação em que a política, em certos domínios, continua a ser “um assunto de homens.”

Para diversas delas, é a primeira experiência numa marcha pacífica, onde foram encontrados, ademais, com uma inesperada resposta violenta da polícia. A moda é um interesse geral para a mulher turca, seja progressista ou conservadora. As principais demandas. “Queremos ter um papel mais ativo pela comunidade, escolher como podemos ser, de viver e de se vestir”, diz a ativista e politóloga turca Akgün Ilhan. E é que os protestos de Justiça se tornaram uma plataforma para expressar o mal-estar de uma cota da população que vê, com aflição, a chegada de uma comunidade mais habitual.

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O temor é que o Governo islâmico moderado-que votou a metade da população – quer montar um padrão de país somente de acordo com seus valores e crenças religiosas ou de findar mesmo com a laicidade. Muito caminho por percorrer. As turcas continuam sub-representadas no mundo dos negócios, e têm de encarar com as terríveis decorrências do machismo: “Por volta de 3 mulheres morrem por dia nas mãos de seus maridos”, segundo a associação KA.DER.

E é que, nessa comunidade “ainda sendo assim, continuam a ser representadas como objetos sexuais, mães ou esposas dos informativos”, diz a professora Erhar. A mulher vive na própria pele as tensões e divisões que estão no país relacionadas com o islã, o secularismo e as tentativas de construir uma democracia ainda imatura.

Na Turquia, o jeito de vestir de uma mulher é política, e é também o reflexo destas duas realidades, uma secular – mais próxima dos valores ocidentais – e outra com raízes pela Anatólia -mais conservadora e religiosa-. Não muito distanciado dos arredores de Istambul, e o parque da Justiça, no bairro de Besiktas ou Beyoglu, as crianças fazem uso jeans e tênis Converse.

todavia, só atravessando uma das pontes da cidade, bem com no bairro de Fatih. Lá a paisagem é muito contrário: o lenço na cabeça e os vestidos longos e casacos evitam marcar as curvas femininas. Este código de vestimenta não significa que a moda não interessa: também usam maquiagem, salto grande e fazem uso acessórios de cores. As adolescentes turcas estão sendo sem dúvida protagonistas destas manifestações.

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