A Rede Separa Emissores-Receptores 2

A Rede Separa Emissores-Receptores

“Debaixo de toda a arquitetura de detalhes se esconde uma infraestrutura de poder”. Assim de contundente era um dos ditos mais repetidos do grupo ciberpunk português nos anos 90. “Toda arquitetura de rede esconde uma infraestrutura de poder”, podemos misturá-las com a suposta era das redes sociais. Um detalhe: redes sociais existem desde a noite dos tempos.

Mídias sociais (o tão desgastado social media), desde as pinturas rupestres. O que muda com a Internet, dado que, ao antigo mundo das redes? Nada melhor pra fazer um básico revisão que a topologia das redes que fez Paul Baran, um dos pais da Internet. Usando de base a incrível entrada Topologias de rede da Indianopedia do Grupo Cooperativo das Índias, faço um passageiro resumo pros três tipos básicos de redes.

  1. Dois Escalada e pico da dureza: chacinas e atentados (janeiro de 1983 a junho de 1986)
  2. Conduz uma auditoria de redes sociais
  3. Johnny Flynn, a Austrália, o Gerald Green
  4. 3 Sátiras e conseqüências
  5. 13 coisas que estamos acostumados fazer um dia de ressaca
  6. >>> Como escolher a excelente Hospedagem para WordPress <<<-
  7. Canal Sul: Devolver o sorriso
  8. Está em avanço da construção de edifícios corporativos

Três tipos que, de instante, convivem e até se misturam. REDE CENTRALIZADA. Todos os nós, menos um, são periféricos e só são capazes de se avisar por meio do nó central. A queda do nó central priva do corrimento pra todos os outros nós. A rede separa emissores-receptores. E é regido pelo início do “conhecimento” (o receptor conhece a mensagem do emissor).

O nascimento dos jornais ou dos clubes políticos são 2 bons exemplos de rede centralizada. A televisão, que transmite mensagem unidirecional, a publicidade clássica ou um Estado centralista são redes centralizadas. REDE DESCENTRALIZADA. Aparece pela interconexão dos nós centrais de inúmeras redes centralizadas. Como consequência, não existe um único nó central, contudo um centro coletivo de conectores. A queda de um dos nós centralizadores, implica a desconexão de um ou mais nós do conjunto da rede, enquanto que a queda do cluster centralizador produziria obrigatoriamente a ruptura ou colapso da rede.

A rede rege-se por princípios como a “adesão” ou da “participação”. O nascimento do telégrafo marcou o início das redes descentralizadas. A igreja católica, o Estado Federal ou a Wikipedia são redes descentralizadas. REDE DISTRIBUÍDA. Todos os nós são conectados entre si, sem que tenham que passar obrigatoriamente por um ou vários centros.

Desaparece a divisão centro/periferia e, por isso, o poder de filtro sobre isto o detalhe que flui por ela. A rede é robusto pra queda de nós: nenhum nó a ser extraído gera a desconexão do outro. A rede rege-se pelo princípio de interação. Diluir a divisa entre o emissor e o receptor. O poder tende a diluir-se numa pluriarquía. A ação política seria moldada por ciberturbas. E em contraposição ao Estado, nação ou organização a organização grupal dominante é o filé transnacional.

O incrível (e mais mítico) exemplo de rede distribuída é a blogosfera. O Twitter ainda é uma rede centralizada, tem alguns estilos de rede distribuída. A organização política da rede distribuída – democracia em rede, democracia distribuída – está em total e absoluta construção. A essência desses anos confusos, isso sim, tem uma descrição claríssima: a incapacidade do poder, as marcas, a indústria e os meios pra entender o final da era das redes centralizadas e até mesmo das descentralizadas.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima