Até Que Ponto Pode Manipularnos Um Bot? 2

Até Que Ponto Pode Manipularnos Um Bot?

Bots, ‘fake news’, influencers intoxicadores… nos últimos tempos, o fantasma da ingerência russa paira sobre o assunto as democracias ocidentais. Uma coisa que se confirmou no momento em que estourou o escândalo do ‘Rusiagate’: a investigação a respeito da suposta ingerência de Moscou pela campanha eleitoral norte-americano. O procurador-especial Robert Molas e tua equipe estão encontrassem; durante 2 anos milhares de perfis falsos supostamente dirigidos por agentes russos, cuja tarefa seria a de influenciar a opinião dos norte-americanos de lado a lado das mídias sociais. Demonstrou-Se que milhares de contas ‘fantasma’ provenientes da Rússia esparramar notícias falsas e trataram de agitar as tensões internas do nação em dúvidas como as dificuldades raciais.

A tristeza neste fenômeno nos Estados unidos levou os representantes das principais organizações da Internet como Facebook, Google ou Twitter a comparecer ao Senado para oferecer explicações. Agora, os gigantes digitais tentam encontrar uma estratégia para controlar a propagação de sugestões falsas em tuas plataformas. A ingerência russa também tem sido instrumento de debate pela Europa no último ano. Após a vitória dos partidários do Brexit no referendo do Reino Unido, vieram à iluminação dicas que sinalizam que Moscou usou os mesmos métodos para contribuir o voto partidário da saída da UE.

O exército de bots russos apareceu de novo. Um relatório recente revelou que houve mais de quatrocentos contas falsas tentando interferir pela campanha. A polêmica mudou-se depois para as eleições de França, Alemanha e, mais há pouco tempo, à incerteza política da Catalunha. O que desejas Rússia interferindo nos assuntos internos desses países? “Não é que a Putin lhe interessam estas causas. O que quer é formar desordem e instabilidade”, explica o prestigiado jornalista russo Leonid Bershidsky, colunista da Bloomberg.

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O presidente russo vê as democracias ocidentais, como os seus concorrentes, e está convencido de que a intenção última delas é derruba-lo. “Para compreender esta atitude há que se relembrar que Putin foi agente do KGB e que é inerentemente um conspiranoico. Não é que a Putin lhe interessam estas causas.

Este medo do Kremlin não é novo. Os receios contra o adversário estrangeiro são históricas e estão no DNA russo porque sua localização geoestratégica, como explica o jornalista e analista político Robert Kaplan, em teu famoso livro “A vingança da geografia’. Essa suspeita se agravou no decorrer da Guerra Fria, quando Moscou e Washington disputaram a hegemonia mundial.

A resposta pode não ser tão descomplicado e crua como a simples sede de vingança. Putin nunca encaixou bem as manifestações que ocorreram na sua contra, entre 2011 e 2013. Não podia aprender como as classes médias não agradecendo-lhe a prosperidade econômica e o regresso da Rússia à cena mundial. Como podiam, prontamente, refutar a ele?

“Putin viu nisto uma conspiração organizada pelo Departamento de Estado dos EUA, diz Harding. “E não era! O povo estava cansado da corrupção, e não queriam mais 6 anos como presidente”, prossegue. E quem dirigia a política externa norte-americana aqueles anos? Hillary Clinton. Putin teria jurado fazer tudo o que estivesse ao teu alcance para impossibilitar que a mulher que tinha tratado de humilhá-lo voltar à Casa Branca. Quanto à Europa, Dempsey aponta que Putin tem pânico “pra competência de atração e de serviços da União Europeia”.

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