Blogs De Maternidade: "Diário De Uma Menina Com Síndrome De Down" 2

Blogs De Maternidade: “Diário De Uma Menina Com Síndrome De Down”

você É mãe de 7 filhas. Porém, teu blog se chama “diário de uma menina com síndrome de down”. Por que você decidiu formar um blog para contar a história de tua filha Teresa? O website nasceu na indispensabilidade de mencionar um pouco diferenciado do que eu estava passando. Tenho sete filhas, contudo em nenhum instante senti essa necessidade.

Demorou um ano pra recomeçar. Certamente, o tempo que levei pra me doar conta de que a síndrome de Down de Teresa era eternamente. Veio-Me super bem. Eu não deveria ter feito a amniocentese, por causa de nunca abortaria sim um síndrome de Down. Mas isto não significa que todos queremos filhos saudáveis e belos, algo que ainda que nos pareça que controlamos, não é dessa maneira. Como explicarías síndrome de Down e algumas mamães e como é uma criancinha com Down? Quando você tem um filho com uma deficiência, você conhece um universo que existe, que esta lá fora, repleto de pais e mães como você, que a vida lhes apresenta um giro total.

O agradável é que com o tempo este saltar pelos ares se acalma e tudo volta à rotina. Tem qualquer coisa de prazeroso, você conhece algumas pessoas sérias, que de forma diferente nunca teria popular. A comunidade sabe que a síndrome de Down é porquê de aborto (95% dos pais deste jeito o faz), desta forma a mensagem que fica pros futuros pais é que é ruim nem sequer crer tê-lo.

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Se você diz interrompida, por alguma coisa será, será que Algo está a falhar certamente pela comunicação com os futuros pais e não chega a mensagem de que as pessoas com síndrome de Down não são utensílio de sucata. Há que oferecer os detalhes reais, nada de deficiência simpática, eternos meninos, simpáticos, doces e carinhosos. Em teu site, você tem um número intitulado “Fui recebida dessa forma…”, no que esclarecer como encajasteis a notícia.

o que pode-se resumir esse lindo texto? O texto “Fui recebida deste jeito” resume super bem a minha percepção da síndrome de Down. Eu pensei que coitados desses pais, e que eram dignos de pena. Eu mesma citou a frase coitada um milhão de vezes no dia do nascimento da minha pequena, e eu me arrependo. Só de pensar me emociono do acolhimento que teve Teresa, tão cinza e tão tristonho (se bem que cada segundo da queríamos mais), porque só nos trouxe coisas boas. Não merecia, porém há que reconhecê-lo: fomos destruídos, todavia tudo era fruto da ignorância, do não saber.

o Que lhes diria para os pais que estão vivendo imediatamente, por esse instante, pelo que tu passaste há quatro anos? O primeiro é que espero que não tenha nenhuma patologia adicionado, e se a tem, porque a guerrear contra ela. Na ocasião, em teu website fala de “sociedade implacável” e “distinção” por parte da nação. Qual o tipo de distinção que você isto é? Por que não com o SD, antes mal chamado “subnormal”?

nesta população perfeccionista até o exagero, o imperfeito é desconfortável, e uma pessoa com deficiência é imperfeita, o que tende a tornar-se invisível. O que não se vê, não existe. O que pode fazer a sociedade pra melhorar as condições de meninas com síndrome de down? A sociedade o único que deve fazer é não criar obstáculos, cumprir a lei pra contratação de pessoas com síndrome de Down, pra descomplicar a tua independência familiar, descomplicar teu lazer. E deixar de uma pessoa pergunta como bichos raros, para começar a enxergar com naturalidade. Aceitar que qualquer um é de um jeito.

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