Brasil, Rússia, Índia E China, Economias Emergentes Em Busca De Mais Poder Político 2

Brasil, Rússia, Índia E China, Economias Emergentes Em Busca De Mais Poder Político

O novo mundo multipolar não acaba de nascer e o velho (e transitório) ordem unipolar não acaba de morrer. OS EUA e a UE continuam presos pela lama da recessão, sempre que que um punhado de países emergentes, cujas economias se mostraram menos vulneráveis durante esses anos, pedem passagem de um a outro lado das alterados organizações internacionais. Em 2001, um economista do Goldman Sachs publicou um artigo que cantava as alegrias de 4 grandes países emergentes e os encontravam em um acrónimo-BRICS – estritamente econômico e, por isso, sem conotações políticas. Quase dez anos depois, os países do BRIC, celebraram a tua primeira cimeira com aspirações geoestratégicas. Foi pela cidade russa de Kaluga, em junho de 2009, em plena incerteza.

E também vários acordos energéticos, os 4 países emitiram uma declaração conjunta em que reclamavam superior presença nas Instituições Financeiras Internacionais; ou melhor, maior poder de decisão global. A queda econômica foi arrebentado as emendas da comunidade internacional. A chamada multipolaridad assimétrica -o poder é diversificado, entretanto irregularmente distribuído – podes vir a ser mais democrática, contudo não mais fácil de governar.

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nesta situação tentam localizar seu blog, o Brasil, a Rússia, a China e a Índia. Dos 4 BRICS, somente a Rússia e a China são participantes permanentes do Conselho de Segurança das Nações Unidas (ONU), embora a Índia -não por isso no Brasil – conta com armamento nuclear. No seio do FMI, o equilíbrio de forças é mais difícil.

A evidência dos últimos anos é que a reforma desta associação-chave da governança global será pesado e vagaroso, apesar do recente anúncio da transferência de poder aos países emergentes. O sistema de cotas que está na apoio de teu funcionamento (ordena estilos básicos, como as votações ou empréstimos) e que controla o Diretório Executivo só foi renovado por duas vezes, desde a sua fundação.

Embora o sistema passa a ser fornecido, os BRICS, e a respeito toda a China, estão infrarepresentados nele. Com a reforma, anunciada no passado término-de-semana, os países europeus dão o braço a torcer e doar poder de voto -6% mais – as economias emergentes. Isto significa, entre algumas transformações, que a China é posto como o terceiro estado mais influente por percentagem de votos, depois de Estados unidos e Japão, e à frente de Alemanha ou Reino Unido. Em outra das corporações de Bretton Woods, o Banco Mundial, a repartição de poder -tão questionado, historicamente, como o FMI – foi diversas vezes alterado.

Então, os países-participantes chegaram a um acordo preliminar pra mudar em um 3,13% do poder de voto para doar mais peso às economias em desenvolvimento. Um acordo com o qual a China, um dos países mais beneficiados, superou em poder de voto a Alemanha, França e Grã-Bretanha. O Brasil da era poslula tem motivos pro otimismo.

O horizonte, em geral muito nublado, esconde novas nuvens em maneira de corrupção recorrente, bolsas de pobreza enquistada e investigação desordenada dos recursos naturais com que conta. Enquadrada dentro do que se tem chamado a Ásia emergente, entretanto, ao mesmo tempo, fração fundamental do ocidente, a Rússia mantém relação a Europa e os Estados unidos uma posição calculada ambiguidade. A penoso conexão com seus ex-satélites da época soviética, a sobreposição entre os poderes econômico e político e as iradas queixas da oposição pra que a nação avance pelo caminho democrática, provocam a desconfiança internacional. É a superior democracia do planeta (1.156 milhões de habitantes, segundo fatos da CIA).

A seu favor, a nação tem uma ocorrência demográfica imbatível (com uma população muito mais jovem do que a da china) e um sistema político democrático, com suficiente legitimidade pra cohesionar à nascente comunidade civil. China chegam dois tipos de notícias que parecem contradizer. Por um lado, o progresso econômico, que foi de quase 10% no último trimestre.

O país leva diversas décadas, experimentando uma rápida ortodoxia comunista brasileiro e um pujante capitalismo no econômico. Uma estratégia que lhe permitiu obter a legitimidade internacional -ou, pelo menos, o respeito das grandes potências – por rua de yuan, a sua ainda mais próspera e voraz moeda. Mas, mesmo pra China, nem sequer tudo são boas notícias.

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