Como Franquear Um Negócio E Não Fracassar Na Tentativa 2

Como Franquear Um Negócio E Não Fracassar Na Tentativa

Segundo o “Termômetro da Franquia”, criado pelo T4 Franquias, um 84,51% das empresas consultadas consideram que a sua transformação em franquia representou uma experiência positiva em termos gerais; e um 70,84% diz que ganhou a rentabilidade esperada. Porém, um 40,27% é de avaliação que o crescimento vem sendo mais vagaroso do que o que acreditava, e no lado oposto, um 20,85% proporciona que foi muito rapidamente. E é crescer em franquia é complicado na enorme concorrência.

Os especialistas consultados concordam que para entrar neste universo há que comunicar-se anteriormente, e bem. Oroquieta e Aragonês consideram que, às vezes, há uma imagem “idílica” da franquia. “Alguém se ocupa de teu negócio, não intervienes e ainda por cima, você ganha benefícios”, que viriam a crer alguns. “Se alguém pensa na franquia como um sinônimo de negócio garantido está introduzindo o desacerto -adverte Mariano Alonso.

O que sim é direito é que as oportunidades de surgirem problemas são inferiores. Então, o risco é pequeno, mas não desaparece. E se a gente não analisa bem as opções de negócio em que investir, supostamente esteja introduzindo o equívoco. Os empreendedores que estão pensando na franquia para começar o teu negócio deveriam investir um tanto de tempo e de dinheiro para fazer bons análise antes de tomar decisões”, ele insiste. O fracasso, geralmente, vem de uma falta de planejamento que impede de analisar as próprias capacidades.

  1. 1982-1983: Primeiros grupos[editar]
  2. IPad mini dois (Fora-de-venda em lojas da apple)
  3. 1988: 12.º no Campeonato Profissional
  4. 2006-07: Showgirl: Homecoming Tour
  5. Em directo: Assim vivemos o jogo

Segundo Alonso, “o empresário deve possuir uma visão clara” se quer “canalizar o teu crescimento de forma compartilhada com outros empresários”. “Ao final e ao cabo, a franquia é uma agregação comercial que lhe permite desenvolver-se desnecessário de fazer grandes investimentos em termos financeiros e humanos”. “O mais significativo é que o empresário tenha essa visão detentora global do franchise, de apoiar-se nos outros pra poder desenvolver-se.

Sem essa visão não é possível”. Mas, há que conferir condições restritivas ao franqueado ou é melhor conceder-lhe margem de manobra? Eduardo Tormo, diretor geral de Tormo Franchise Consulting, é de posição que “a franquia é baseada em um paradigma de negócio de sucesso, que é válido de que jeito tá e tem que ser previsível”. E coloca um modelo gráfico: “Quando um consumidor vai a uma marca, pense que a McDonald’s, sabe o que existe e isso é o que espera.

“. Assim que, do teu ponto de visão, é preciso um quadro, que “o franqueado saiba onde entra, quais são as condições, e nesse lugar há que ser transparentes. Assim, em termos gerais, tem que ser muito enérgico”. “Outra coisa é que tenha determinados conceitos que devem permitir uma certa versatilidade, como por exemplo, pela oferta local.

Vai precisar de cada marca e de cada setor. O que não poderá ser é que cada franqueado coloque tuas próprias condições. Poderia ser um caos”. Mariano Alonso há outras precisões: “As franquias são os critérios do jogo, não impostas por capricho, contudo pelo motivo de o empresário foi já que são as condições em que o negócio funciona. Mas há que ser consciente de que o franqueado é um empresário independente, é proprietário do seu negócio.

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