Descobrimos St. Marc, Uma Assinatura Sevilhana De Bolsas Que Se Solidariza Com O Haiti 2

Descobrimos St. Marc, Uma Assinatura Sevilhana De Bolsas Que Se Solidariza Com O Haiti

Na Avenida Sul, celebramos o Dia da Mulher com uma entrevista com uma mulher empreendedora que se formou para conseguir um sonho. Passo a passo, trabalhando duro e apostando por ela mesma e tuas idéias Natalia Calixte lançado há 5 meses, sua empresa de suplementos, St. A sevilhana, que poderá sonaros assim como por teu trabalho como paradigma, estudou Publicidade e Relações Públicas e, ademais, realizou um MBA em gestão de corporações de moda. “Trabalhei para L’Oréal luxo, pela cosmética e bem como pra marcas de moda. Aí me surge a desejo de pretender empreender algo meu.

eu Pensei que queria esperar um tempo, prosseguir aprendendo de grandes e depois montá-lo. Por sorte eu fui à Itália para uma entrevista com Ferragamo e lá eu comecei a expressar com os fornecedores, desta maneira meu irmão Estefan me alegou que era o momento de que lanzáramos uma marca”, conta. St. Marc é uma grife de bolsas e cintos de couro, que além de apostar pela característica, o artesanato e o design tem um fundo social muito significativo. É a filosofia da empresa.

  1. 4 Negociação e preços publicados nos mercados retalhistas
  2. três Lajes de roupas
  3. Aparições: 7.ª (esporádico), 8.ª e 9ª temporadas
  4. Mínima ou nula investimento
  5. O marketing de afiliação e a difusão em audiências de terceiros
  6. 2 Conquista castelhana
  7. primeira
  8. 3⃣ Trabalhar o Seo

“Desde o primeiro instante, quisemos que isto existisse por qualquer coisa mais do que o nosso próprio proveito. Nosso pai é do Haiti, concretamente o nome da marca é o de um povo da costa do Haiti, onde temos familiares”. “Agora mesmo colaboramos com duas ONGs pequeñitas que trabalham lá, Flores de Kyskeya e AYMY.

Eu ainda não pude encaminhar-se, porém estou desejoso. Queremos tentar encaminhar-se o quanto antes pra ver o que estão fazendo”, diz Natalia. A jovem compreende que a responsabilidade social não é hoje um pretexto de compra definitiva, contudo considera-se que têm que “devolvê-lo à sociedade”. “Por neste instante dar 1 euro de cada venda, no entanto a nossa ideia é que no futuro vá a mais, em razão de queremos envolver as pessoas de lá. Se tudo vai bem poderíamos amparar mais, ensinar a costurar, e que possam nos fazer rótulos para os sacos… Ir mais além da mera doação, o que isso pode fazê-lo cada um.

o Haiti é um dos países mais pobres do mundo, necessitamos conceder-lhes meios que os ajudem a avançar e se fazer”, explica a empresária. St. Marc lançou 2 minicolecciones em seus 5 meses de vida. É o paradigma de negócio que aposta Natalia. “Não me rijo por temporadas, eu prefiro fazer estas pequenas coleções de unidades limitadas, por sem demora, trinta ou vinte e cinco unidades – e dar essa exclusividade”, garante.

A primeira, “Candy”, foi um modelo de carteira tipo “wrap” com cadeia em 3 cores; a segunda se chama “1993”, seu ano de nascimento. O que têm em comum estas duas primeiras coleções é o tipo de tecido, pele vacina fantasia de alta propriedade (“do mesmo fornecedor de Loewe”, diz a jovem).

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima