Diário De Um Cura Rural 2

Diário De Um Cura Rural

Um jovem padre (Claude Laydu), somente saído do seminário, chega a Ambricourt (Pas-de-Calais), sua nova paróquia, mas não é bem-vindo. Inicia o teu ministério desinteresándose das necessidades terrenas e aparato, exibindo uma tendência ao misticismo, e em detrimento da saúde. Sofre de dores de estômago, herança de sua família de alcoólatras que o leva a se alimentar só de açúcar, pão e mal vinho, únicos alimentos que suporta. Leva um diário íntimo em que guarda as dificuldades que descobre para fazer-se aceitar de seus paroquianos, pela área rural de Artois. As moças da turma de catequese se riem dele e lhe fazem piadas.

Seus amigos criticam sua dieta à base de pão e vinho e a sua vida ascética. Confia-lhe os seus problemas, a outra cura de personalidade robusto, o abade de Torcy (Armand Guibert), que o envia ao médico Delbende (Antoine Balpêtré) e o aconselha a proceder com prudência, pra conquistar a confiança dos paroquianos. Pouco depois, o doutor Delbende morre no que parece ser um suicídio. ↑ “Diário de um cura rural (1951)”. Inglês).

Uma oliveira em San Andrés. Que vai Deus o pega em seus braços, Sevilha! o que eu não imagino como não choro! E O Salvador iremos ver a Deus. Para tratá-lo de você. És, Senhor, de Paixão, a última expectativa de quem encheram a sua vida de sonhos fugitivos. Estão aí, ao virar da esquina, vivem nesses locais em que a realidade está em competição com os pássaros.

Para eles Deus é um pouco mais que uma mão com dedos nodosos. São, Senhor, os filhos teus descartáveis e miseráveis para os olhos egoístas recriminan a subsistência a começar por qualquer janela. São paridos cotidiano às intempéries, fantasmas de países desangrados que nunca são convidados para a grande festa da humanidade.

Não vão te visualizar. Costuma ser pessoas de poucas coisas e mal explicadas. Há tipos que comungar lhes fornece azia. Outros lhes doem os dentes pra orar. Mas são filhos bem como de tua Paixão, essa frase sua que fala de carinho. Mas o que mais amor há hoje, que a justiça? Se levantamos a pele ao mar, veremos vários deles lá em pequeno.

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Para os católicos nos sentimos bem da caridade. Mas, como cristãos, justifica-se que a pesquisa não foi sempre a justiça, que não é o mesmo, embora tenha muito a ver de perto. No fundo, os católicos nos convém ser pouco mais cristãos do que somos. Mas este é outro debate. Nestes tempos em que em tão alto grau se assemelham a uma festa de corvos, a minha pergunta, essa que leva me perseguindo tantos anos, não deixa de ser uma forma de súplica. Tu és, Senhor, o último flutuador de um barco que nunca acabou de afundar. Dai-nos a Fé, que no momento em que um homem tem Fé nunca está sozinho.

Porque surpreende, Senhor, que, vistas as coisas, depois de 2 mil anos, em certos lugares seguem vitoreando Barrabás, ao que salvam de qualquer castigo e pro que das mercedes como herói popular. Por cada Barrabás que coroam, por aqui morre um cristão. E tanta morte farta de tal maneira que a raiva se apodera de nós e nos leva para onde não desejamos destinar-se. Há poucos dias, envolvido pelo ar franciscano de Santo Antônio de Pádua, em frente ao Senhor do Bom Fim, ouvi falar de paz.

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