Edição De Sábado, trinta De Março De 1968, Página trinta e dois 2

Edição De Sábado, trinta De Março De 1968, Página trinta e dois

A vida de dom Antonio Perez de Onda – guer transcorreu ante o signo de unaapasionada entrega ao trabalho. Foi diretor-proprietário da revista “A Família”, editada e elaborada ante um signo patriarcal e que conta o Editou novas revistas, publicou unaserie de livros e suas reportagens eram contínuos pela imprensa espanhola.

ComoViajero iníatigab’.e tinha dado a volta ao mundo 7 vezes, no entanto tua metapredilecta foi. Nas Filipinas, cuja nação estava atado, visto que sua abueloíue um dos proceres do arquipélago espanhol. Lá, nas Filipinas, dondetenía família, dom Antonio Perez de Olaguer era bem como pessoa muito conhecida e estimada. “Turó, com o teu presidente, dom Joan A. Mara-gall, do mesmo jeito muitos outros barceloneses entre eles um grupo “d” protetores daltanatorio de Fontilles que contribuíram para a louvável iniciativa do extinto, locais e famílias de doente” palco! De Antonio Perez de Olagner fala-se dito várias vezes que era um homem modesto.

  • Jantar: Sopa milagrosa e suco de cenoura com salsa
  • um Nintendo Video
  • Millars, começar descrevendo que eu Não li o boleto de cima, porém…., não é de recibo
  • Alimentos pra complementar
  • Alterações hormonais
  • cinco Exercícios aeróbicos – Ciclismo

Quizái ele mesmo recortase másde conta a sua pretensão para não escapar de um impecável igual. Minimizabasus conquistas: tais como, costumava dizer-se em termos pessimistas, a sua experiência como promotor e diretor da re – vista “Momento”. Hoje, as Tentativas de”Momento” talvez fizessem sorrir pra diversos. Mas em teu tempo -1951/54—foi um considerável passo à frente, uma corporação cheia de promessas que não sehundió por defeito pela capitania, porém por ausência de apoio em quem hubierandebido se agitar com ela.

Mas esse rasco “UTO, pontualmente por muito elogiado, não é —para mim— elque melhor o define. O fundado Antonio encontrava-se no fundo ds lasdivergencias. Eu explico: na hora que vivemos, certamente crítica—o no sentido mais positivo. Antonio tem sido exemplo de uma cualidadmuy insuficiente contínuo: a tranquilidade. Nossos caminhos se separaram.V’ou secundé outrora com palpável fervor.

em seguida, comecei a ver as realidadesde outro modo. TJn jeito que chegou a ser, em alguns casos, oposto ao teu. Cualquierotro tivesse feito essa disparidade um motivo de rancor: ele, entretanto,soube preservar viva, quem sabe honda mais do que nunca, uma amizade qu” sobrevoando as ideologias. Acho que uma maneira igual contém Inapreciáveis germes de expectativa.

Estas divisões são arbitrárias deshielan como porensalmo diante de uma personalidade como a de Antonio. Amigo de todos. Amigo. — Frederico REVILLA. MUSEUS DE BARCELONAY EXPOSIÇÕES DE ARTE ARQUEOLÓGICO. • 14. U – OC AMTI 01 CATALUNHA. M6M – iuich T”l”f. 213-18-24. To. “101 dlM, dliOl 2. DI ARTtS DECORATIVA”. Rim – t lM, 99. T”léf. 6 a 9. DomlBflO” ur – d” tarrido.

COLEÇÃO CAMBO, Palíelode a vice-rainha. Ramblas. 99. T”l4f. 322-42-S9. Todot losd ai. 6 a 9. DI OlOLOaiA. Paraut dt a Ciudld”li. •telefone 210-SIM-ÍS. Todos” os dias (excepto lunw), 4a 10 um 2. Pl ARTl MODERNO. 219-57-vinte e oito e 219-57-30. Todos os “a”, “” dez a 2. Ouvi A CATEDRAL. Catedral. Telefone n,ou 221-78-S4. Téitos as citada, dt 10 a 1. DIOCKANO. Seminarlo Conci – llar. Câmara.

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