Invenções De Lagash 2

Invenções De Lagash

Apesar de as escrituras alfabéticas quem sabe a primeira tenha sido escrita protosinaítica, documentada entre os séculos XVIII e XVI. C., a primeira escrita alfabética em stricto sensu, parece ter sido escrita fenícia. A escrita fenícia foi modificada e adaptada pelos gregos, os gregos se atribui a notação explícita das vogais (especificamente usaram alguns sinais consonantais do fenício, sem equivalente em grego como sinais pra notar as vogais).

nos territórios controlados pelos celtas na Antiguidade existiu um sistema de escrita muito diferente chamado ogam, usado principalmente pelos druidas. Coreia pelo alfabeto hangul. Texto romeno escrito em alfabeto de transição entre cirílico e latino. Como em latim comentou Caio Tito: Verba volant, scripta manent (as palavras voam, o escrito se mantém).

Signario da Escrita Linear Paleolítica (ELPA), compilado após 20 anos de catalogação dos registros de Arte Rupestre e grafismos usados ao longo do Paleolítico Superior. A invenção da escrita se deu em muitos lugares do mundo de modo independente. As primeiras técnicas de escrita remontam ao quarto milênio a. C. Surgiu no Egito, na Mesopotâmia e pela China.

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O sistema gerado no Oriente Médio e no Egito, espalhou-se de forma acelerada para as áreas culturais próximas e é a origem da maioria das escrituras do mundo. Na América a escritura bem como apareceu na Mesoamérica, tendo como um de seus primeiros exemplos populares os hieróglifos da escrita.

Se atribui à escrita a seguinte história: As transações entre terras distantes e adiadas em tempo precisavam traduzir-se em contratos. Em caso de reclamação quebrava a bola seca, sobre a qual havia assinado com o teu selo para o teu controle, e em que se comparava a quantidade e a entrega.

Estas transações foram colocadas em maneira de esquadro. Este era o meio para desenhar uma cunha, um redondel e um cone, que representavam os dados e serviam também pra desenhar as maneiras habituais. Finalmente ele encontrou a solução mais claro: acabe esta bola de argila e desenhar (escrever) em ambos os lados do assunto do contrato: o que, quanto e no momento em que usar, sempre, esta pequena cana. A escrita evoluiu a partir de sistemas de representanción meramente nmemotécnicos ou contábeis (como é atestado na Mesopotâmia), que primeiramente representavam materiais em forma de pictogramas, até sistemas mais abstratos que acabaram representando sons ou logogramas abstratos.

Ou seja, para a tradição aristotélica, a escrita é um conjunto de símbolos de outros símbolos. Para esta tradição escrita não representa diretamente os conceitos, no entanto as expressões fónicas com as quais se denominam os conceitos. A escrita evoluiu por meio do tempo. Por que certos instrumentos, lugares, pessoas ou animais eram apresentados regularmente por sinais pictográficos, com correto grau de realismo ou mais bem idealizados.

A representação ideográfica e pictórica era comum no começo de todos os sistemas de escrita famosos. Segundo o qual certos sinais correspondiam a sons ou sequências de sons, semelhante eram percebidos pelos falantes. Inicialmente o som de um sinal não foi inteiramente convencional, contudo que seguia o princípio pro rebus, pelo qual um som pictográfico passava a retratar um som contido no nome do utensílio designado. Assim, tais como, em sumério foi usado um sinal pictográfico para “seta”, contudo logo após, este sinal foi usado pela transcrição da palavra ‘existência’, por causa de ambos tinham uma pronúncia igual.

Assim, certos sinais passaram gradualmente a ser usado pra retratar materiais que tinham um som comum ou aproximado, com isto, surgiram sistemas baseados no começo fonético. Tanto os sistemas egípcios, sumérios e egípcios, como pela escrita chinesa acham-se conjuntamente sinais que seguem o início ideográfico próximo a sinais que seguem o começo fonético. Não existe nenhum sistema de escrita, pleno, isto é, capaz de simbolizar com exatidão a linguagem dita) que seja puramente ideográfico.

Outro questão relativo com a relação entre a língua argumentada e escrita, é que nenhum sistema ortográfico é tão expressivo que a língua dita. As línguas naturais, podem expressar silêncios, pausas e entonações que só se podem representar muito imperfeitamente na escrita. Por outro lado, as variantes ditas são capazes de pensar diferenças sociais e dialetais muito sutis, e conhecidas pelos falantes, que não são claro de simbolizar em um sistema de gravação prático.

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