Madonna Como Um ícone Comercial 2

Madonna Como Um ícone Comercial

A cantora norte-americana Madonna lhe foi listado como uma marca em si mesma e um ícone comercial. Alguns intelectuais já foi narrado como a personificação do capitalismo. Outros comentaristas foram criticado por alavancar um consumismo banal. Não obstante, na sua defesa, vários têm visto de modo retrospectiva seu talento pra mover as massas e elogiaram a tua longevidade, depois de ter sido observado um gadget comercial efêmero no teu início.

nesta contradição, Rodrigo Fresán a mostrou como um “mentiroso monstro do merchandising ou sensível sacerdotisa pós-industrial do terceiro milênio”. Santiago Aristia de France 24, chamou ícone e rainha da astúcia comercial e artística, visto que marca a agenda das tendências não só do mundo pop, contudo bem como da cultura dos séculos xx e xxi.

O teólogo H. T. Spence também adicionou que ficou ícone e semideus, graças ao poder de comercialização e produtos de fabricação própria. Descrita como uma plataforma multimídia de alcance global, autores como David Held e Martin Amis têm considerado dela o personagem mais pós-moderno do planeta.

O acadêmico americano Robert Miklitsch a contou como uma “das grandes “máquinas” de relações públicas da história”. Vogue chamou virtualmente a primeira coolhunter da história. Fast Company a qualificou como a marca mais popular do planeta. Madonna assim como foi elogiada em teu papel de empresária, quem sabe “a empreendedora mais inteligente dos Estados unidos”, de acordo com a Forbes. Ao aproximado que diversos teóricos culturais, científicos, sociais, acadêmicos e o público em geral, para a BBC Madonna é a artista feminina mais famosa da história. A grandes traços, é certificada pelo Livro Guinness dos Recordes como a solo, música de maior sucesso de todos os tempos e a mulher de maiores vendas musicais da história.

Também tem imensos recordes mundiais e realizações estatísticos. Em consequência a tudo isto, alguns autores têm denominado como “a Rainha do Marketing” e uma “rainha Midas das tendências”. O jornalista Dave Marsh, mais tarde, deu provimento à cantora, como um artefato da cultura dos centros comerciais. Para preservar-se atualizado com Madonna, a pessoa tinha que ter acesso a utensílios como discos, rádio, tv e revistas, além de outros mais produtos de consumo. O repórter Peter Jennings considerou que os EUA dos anos 80 foi uma cultura de ostentação e dinheiro.

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O universo equipamento de Madonna era um desses designers “e a crença de que alguém poderia tê-lo todo. Para ter tudo isso significava poder, status, independência sexual e dinheiro”. Nas expressões de Stephen Brown, da Universidade de Ulster, o protagonista de “instrumento Girl”, da cantora, manteve-se durante toda esta década como uma encarnação de que “a ganância é legal”. O professor Andrew Goodwin, observou que a barreira que existia entre o valor estético da música e a finalidade comercial da publicidade se desmorona com a pós-modernidade, cujo paradigma foi a MTV.

Em 1986, com a estreia do álbum True Blue, a cantora promoveu uma globalização que parecia um termo tirado de um livro de ficção científica e comédia, pra data, segundo diz Venceslau Bruciaga, escritor da revista Vice. Eu adoro do estímulo de fazer ambas as coisas, de fazer alguma coisa acessível à arte e qualquer coisa artístico comércio”. Roger Blackwell consideraram que isso ocorreu com a estreia do filme Desperately Seeking Susan, que levou seus fãs buscarem adotar tuas roupas e hábitos de vida.

Inseridos um pouco mais por este contexto, Diego Monferrer Puxado, para o colégio Jaime I observa que ela é um daqueles ícones que vem sendo utilizado comercialmente em vários domínios de negócios. Segundo ele, um item não apenas é um bem físico, porém que há espaço para outras probabilidades, como os acontecimentos, experiências, lugares ou as pessoas como ela. O economista e professor Philip gestão do discernimento reforçou isto em 2 livros, onde apontou que cada coisa é uma marca Madonna, Coca-Cola, os Estados unidos, Nova York, etc

É tudo aquilo que nós associamos com um objeto ou alguém qualquer marca que signifique portador e associações, concluiu. Pedro Guerra, em seu livro Desmontando o cinismo (2004), sugere que ela “é um negócio, uma organização multinacional e uma proposta de vida”. Timothi Jane Graham da revista financeira Success explica que as marcas evoluem com o tempo.

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