Mas, por Que Sempre O Mesmo? 2

Mas, por Que Sempre O Mesmo?

Não digo que a ocorrência não tenha o seu lado cômico. Mas, mesmo assim sendo, Como são capazes de rir-se de um miserável homem prisioneiro? E, o que é pior, como Morte e guardando as paredes do meu caixão? Meu veículo avançava pela noite, no silêncio, a lua ia o trajeto através da solitária reta. Então eu ouvi aquela risada dantesca que ocupou todo, eu senti minha pele erizarse, meus olhos se abrirem.. eu Parei o veículo e saí, o páramo diante dos meus olhos,árvores distantes.

Então, de longínquo, começaram a sair figuras e mais figuras rodeandome mais rápido pra tentar segurar, consegui entrar no automóvel para olhar que estas figuras que se agolpaban os cristais eram eu mesmo. Atropellé meus fantasmas gêmeos com complexidade e consegui sair de lá, todos os meus medos continuaram rindo até que recuperei o silêncio. Era muito tarde e estava remoto de casa. Não sabia como havia chegado até esta divisão da cidade, e está vestindo uma temporada abusando em excedente do álcool.

Se tratava de uma zona marginal com todos os males que a nossa população nos apresenta. Tinha uma mistura de temor e ressaca por causa de tinha ouvido do rapaz milhares de histórias sobre isto heroina, prostitutas e problemas. Comecei a andar muito rapidamente para sair de lá o quanto antes e a poucos metros de mim, ouvi uma extenso gargalhada, seguido de uma voz que se aproximava, porém não os 2 tão a assimilar o que dizia.

Eu subi nele e aí acabou tudo .Eu prometi a mim mesma severamente para não regressar a abusar do álcool. A risada soou muito pequeno. Tão miúdo que me era muito penoso separar entre o som e o ruído de meus pensamentos. Levava tempo lá, tentando monopolizar todo o espaço do meu cérebro e acentuando a aguda dor de cabeça com o que me tortura.

Na escuridão em que estava mergulhado tentava definir, siluetar essa boca aberta revelando seus pestilentes dentes; tua imagem era tão intensa que não entendo se a rodovia ou imaginava. Minha mente estava difusa, espessa, possivelmente devido ao volumoso aflição de cabeça. Tentava acordar, lembrar, perceber, mover-se, porém era improvável. Basta recordar dos amigos e o automóvel no estacionamento, no momento em que fui abri-lo. A angústia de cabeça diminuiu um tanto tua intensidade, e pude ceder-me conta de que, na realidade, não estava nem ao menos sonolência. Lembrei-me de golpe, que ao pôr do sol, tinha ouvido um diagnóstico que o médico dava a minha mulher.

O acaso de carro e o estado de embriaguez haviam produzido uma tetraplegia definitiva, e, em conseqüência, ficava brutalmente sentenciado a essa risada de vida. Não podia me mover, não conseguia pronunciar-se. Só podia observar e ouvir. Meu grau de desespero se aproximou de dimensões infinitas, enquanto a risada continuava lá, muito suavemente, do seu canto sujo, alimentando meu novo estado de loucura.

  • “La Plata” – Jota Quest (Tema de Verônica)
  • Nuggets 87-80 Grizzlies: Marc (14+5+3)
  • 3 Trabalho e obediência
  • Penso Arion Premium
  • 4 – “Devuélvanme minha camada”…………………………….O ozônio

Tenho imensas semanas então, e neste instante sou um monstro. Meus pensaminetos são sórdidos, negros. Já não sou humano. Me restam diversos anos de risada. Estava lá novamente. Sabia, não era possível, ela só queria esquecer, esquecer tudo aquilo, entretanto ele havia conseguido. Novamente domina teu espaço. Por outro lado, paredes rosas, deformados, que lhe sobrevieram teu organismo.

Ele a observava de cima, durante o tempo que milhões de gargalhadas ressoavam em seus ouvidos. Sozinha diante do espelho, percorrendo com os dedos cada uma das rugas que lhe faziam lembrar-se de tudo aquilo que sua mente havia tapado. Percorreu a sala em procura de uma saída, porém as paredes não cediam, as gargalhadas cada vez mais fortes faziam estourar meus ouvidos.

Gotas que mojaban seus pés nus, as gotas rosas, o tempo está se esgotando, ele vai regressar, eu sabia, estava perto. Situou-Se diante de mim de repente. Não era possível. Apenas um segundo antes da aleta do escualo distava mais de 20 metros. Agora tinha diante, sem poder impossibilitar a tua voracidade. As risadas de meus colegas se esfumaron com o pôr-do-sol, e como se tivessem roubado duas horas o tempo, fez-se noite fechada. Lá estava ele, gigantesco. Sozinhos, eu e ele, ele, como especialista predador, em teu terreno, eu como usurpadora, violando seus domínios. Me rodeava, tão logo o teve à frente como atrás, pesquisados a sua vítima com tranquilidade maldita. Eu não encontrava saída.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima