Metade Dos Presos Tem Um Distúrbio Mental 2

Metade Dos Presos Tem Um Distúrbio Mental

O 54,3% das pessoas que entram em alguma prisão catalã tem um distúrbio mental. Cinco vezes mais do que as da rodovia. E a maioria consome todo tipo de tóxicos que, em boa fatia dos casos, têm contribuído para estimular a doença. E ambas as ocorrências têm frequentemente uma clara correlação com a tua actividade criminosa. O objetivo é assumir essa realidade, por causa de são cidadãos com uma doença e em razão de consumaram qualquer crime, algumas vezes terrível, e o adequado tratamento podes prevenir a recaída e talvez reincidencias.

Entre os homens abundam os transtornos psicóticos. A esquizofrenia é o mais freqüente, até que, em 27% das pessoas que estão na prisão. Entre as mulheres, notabilizam-se, em troca, os distúrbios limites de personalidade borderline (TPB), até 30%, e patologias marcadas pela impulsividade e as autolesiones. E a droga a todo o momento presente em mais da metade da população carcerária adulta e juvenil. Opiáceos, maconha, coca. Ao que se adicionam dificuldades intelectuais: uma boa porção da população com relação intelectual abaixo da média.

Joan de Déu, de longa experiência psiquiátrica em Sant Boi, “é como qualquer unidade psiquiátrica de hospital”, garante Muro. Apresenta quartos nuas, definitivamente, pra impedir qualquer risco. Espaços supercontrolados onde se dá medicação ou de onde se poderá passear -mais do que passear – desfrutar do ar livre. “São os únicos que estão em pijama”, diz o psiquiatra.

nestes espaços de vigilância intensa passam alguns dias que estão em crise ou que fizeram qualquer coisa tremendo e os juízes pediram uma avaliação de especialistas. “No resto quartos vive-se como em cada hospital psiquiátrico, o pijama só para dormir, e com um plano de terapia e atividades para o dia todo”. Quando estabilizar o paciente de imediato podes encaminhar-se a seguir, a tua pena no módulo de prisão, a coisa muda.

A maioria das prisões oferece pra essa época os serviços de um psiquiatra, todavia as terapias e os auxílios pra se preservar sem a droga e a vigilância do estado geral para detectar precocemente um surto não estão previstas. Salvo em um módulo especial de Brians um onde levam um tempo ensaiando como se podes responder a estas pessoas presas, e especialmente vulneráveis. “A existência no módulo é contrário do que na unidade de internação.

Há células, contagem, há que se fazer a cama, existe um tempo pro pátio, outro pra trabalhar”, explica a funcionária responsável do módulo vulnerável, Sagrari. Os presos se protegem do sol nos cantos do pátio de parede pra fazer esporte. Com exceção de um, que mantém imperturbável no meio de campo, deitado no chão, com as costas e as pernas nuas. A equipe de saúde mental propõe-se que no módulo especial se acostumem a ser autônomos. “Têm atribuído a um professor e um funcionário que fala a cada dia, porque isso lhe permite detectar o início de um desencontro.

São pequenas intervenções diárias que nós vamos aprendendo. Um dia você estranha que não quer cumprimentar, ou você vê, de repente, com fones de ouvido. O menciona com a equipe de psiquiatria e vê-lo claro: está ouvindo vozes, vai brotar. O mecanismo funciona. Evitamos vários riscos de imprevistos que, na prisão são graves”, explica a funcionária coordenadora desse módulo padrão. Um dos objetivos desta ofensiva de Desembargador e Salut é acrescentar esse esquema de trabalho em todos os estabelecimentos prisionais e bem como para os de menores com medidas judiciais.

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“Que tenha psicólogos, enfermeiros, terapia ocupacional em todos eles”, explicam Desembargador. Entra droga, claro, e é barato, em torno de 20 euros o grama. Se tenta impedir, porém a gente recebe visitas. Tem programa de metadona, de troca de seringas, tudo pensado para apagar os riscos. “O macaco é tremendo”, reconhece João Carlos Navarro, diretor de Brians 1 e psicólogo. Agora que o seu coração recebe dos preventivos pelo encerramento da Modelo (por volta de 900), os tratamentos se colocam com metas curtas.

Para alguns chega o dia de ir pro regime aberto. Mais ou menos perto de moradia. O dia fora, a noite no centro. Os serviços de saúde, os de qualquer cidadão. Mas eles e elas não o são: convivem com uma doença que poderá rebrotar com a fácil ajuda de um ‘porrito’. “Sendo assim, consideramos que era indispensável estabelecer uma legal rede de monitorização com os serviços civis”, explica Álvaro Muro. O novo plano incluirá nove gestores de caso, enfermeiros que passarão a enviar o confinado em regime aberto, com a assistência mental e com de drogas, na rua estão frequentemente separadamente.

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