"O Futebol Feminino É Um Caldo De Cultura De Lesbianismo" 2

“O Futebol Feminino É Um Caldo De Cultura De Lesbianismo”

Gabriel Camargo, presidente do Deportes Tolima, da Colômbia, se conferiu as considerações unânimes após suas últimas declarações. O polêmico diretor, que de imediato havia exibido o seu lado mais retrógrado em outras ocasiões, questionou com frases muito duras a fabricação de uma liga feminina em teu país e, em geral, a vida do futebol feminino. Torneio Abertura 2018 da liga masculina. Com declarações cheias de misoginia e homofobia, Gabriel Camargo presidente do Deportes Tolima se referiu ao futebol feminino.

Deportes Tolima, vai competir na Taça Libertadores 2019 e, a pedido da Conmebol é gratidão a formar equipa feminina. Para Camargo, a dificuldade econômico exemplificado o Atlético Huila, que neste momento esteve no centro da polémica porque o prêmio económico que ganharam suas jogadoras para tomar a Libertadores da américa foi o time masculino.

Artigo 13 – Políticas de saúde sexual e reprodutiva. Artigo 14 – Registro estatístico. Cria um registo de estatísticas, supervisionamento e avaliação da interrupção voluntária da gravidez, a final de gerar dicas atualizadas sobre a implementação da presente lei. Em todos os casos, serão tomadas as precauções necessárias pra salvaguardar o anonimato e a confidencialidade dos dados recolhidos. Artigo quinze – Definições. Para os efeitos da presente lei, a interrupção voluntária da gravidez e do aborto são considerados termos equivalentes e a saúde é entendida segundo a descrição que impõe a Organização Mundial da Saúde.

Alteração do Código Penal. 86 do presente Código”. Oitenta e seis do presente Código. A tentativa da mulher ou pessoa a gestante não é punível. Artigo vinte – a Autoridade de aplicação. A autoridade de aplicação da presente lei será determinada pelo Poder Executivo Nacional. Artigo vinte e um – Ordem pública. As disposições da presente lei são de ordem pública e de aplicação obrigatória por todo o território da República Argentina.

Artigo 22 – Comunique-se ao Poder Executivo Nacional. A sessão pela Câmara dos Deputados pra tratar do projeto a respeito do aborto começou em treze de junho de 2018, com a presença de marchas em prol e contra em volta do Congresso. Foram maioria aqueles que apóiam a legalização do aborto, sendo dezenas de centenas de pessoas.

A sessão se iniciou minutos antes das 11:30, quarta-feira, com um quórum rigoroso de 129 deputados. O debate em geral se prolongou por mais de 23 horas e resultou pela votação de hoje, as 9:52, quando no local tinha 256 deputados presentes e um único ausente.

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Depois seguiu-se a observação do articulado, que estendeu a sessão até às 10:45. O presidente da comissão de Legislação Geral, deputado Daniel Lipovetzky, foi o primeiro orador no início da sessão. Destacou-se o “respeito e altura”, com o qual se montaram as audiências em que expuseram partidários de uma e outra posição. E adiantou-se no local sua aparência favorável à descriminalização.

logo após, expôs a titular da comissão de Família, Mulher, criancinha e do Adolescente, deputada Alejandra Martinez, que também fixou posição em benefício de não criminalizar a interrupção voluntária da gravidez. Com posições antagônicas, mostrando depois a presidente da comissão de Acção Social e Saúde Pública, deputada Carmen Polledo, e a titular da comissão de Legislação Penal, deputada Gabriela Burgos. Após as exposições dos 4 presidentes das comissões que dictaminaron sobre a iniciativa, abriu-se a tabela de oradores que marcaram mais de uma centena de deputados de todos os blocos.

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