Os Poderes Do Uniforme 2

Os Poderes Do Uniforme

Se alguma vez você neste instante vestido você um uniforme (não importa de que tipo), você saberá que não é uma peça qualquer. O uniforme produz certos sentimentos e comportamentos daquele que o veste, e em que aqueles que o vêem de fora. Depende da clareza do observador. De qualquer forma, está claro que os uniformes nunca passam despercebidas na nossa sociedade. É verdade, o uniforme é roupa.

Mas é uma roupa com personalidade própria. Você é o povo que leva uniforme ou é o uniforme, o que leva as pessoas? Não é uma pergunta tão absurdo. Talvez se vamos conceder uma olhada em sua história e entendemos a sua desculpa de ser, desejamos respondê-la. Talvez pela tarde vamos reverter do trabalho de veículo, durante o tempo que um par de policiais com vestidos reflexivas orientam o tráfego. Talvez, à noite saímos para lanchar fora e nos atende um empregado de mesa com roupa de serviço. Se paramos pra refletir e nos daremos conta de que o uniforme está presente em cada canto de nossas rotinas.

Faz parcela de nossas vidas. Mas por que vestiu farda? As razões, essencialmente, são duas: a prática e a simbólica. Os pintores ou os médicos, a título de exemplo, utilizam uniformes de serviço, por razões práticas de higiene, limpeza, etc. Não obstante, os uniformes que esconde um simbolismo que todos descodificamos instantaneamente e aproximadamente sem perceber.

“Se falamos de uniformes estamos falando de exibição social do organismo. A lógica social, pede-nos a saber quem somos dentro da comunidade. E os uniformes servem para esta finalidade, pra salientar os parâmetros de identidade, de ordem social e de indispensabilidade de troca”, explica José Martí, antropólogo do CSIC (Conselho Superior de Investigações Científicas).

deste modo, os motivos que nos levam a vestir uniformes não são novos: a lógica coletiva que nos faz conduzir esta peça de roupa é imemorial. Será que Somos o que vestimos? O uniforme tem atrás de si uma longa história. Tão longa como a do homem. “Desde que estamos pela Terra temos usado a roupa, seja pra nos salvar do frio, ou como símbolo.

E os primeiros trajes desenvolvidos respondiam à necessidade de diferenciar classes sociais e funções. Assim nasce o uniforme”, garante Daniel Louzao, artista plástico e professor de História da indumentária, na Escola Superior de Design e Moda Felicidade Duce. Um dos maiores poderes do uniforme é a coletivização.

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O clínico é uma circunstância sine qua non. Juan Antonio Pérez, professor de Psicologia Social da Universidade de Valência, sinaliza que o uniforme produz 3 efeitos: a desindividualización, a ordem e a hierarquia. “Quem veste um uniforme deixa de ser sujeito e transforma-se em grupo. O uniforme assistência a codificar e a diferenciar a diferentes coletivos de uma olhada.

Mas a diferenciação nunca é neutra, é a frase da ligação de poder, status ou prestígio”. Não causa a mesma intuição de passear pela avenida com o uniforme de um fast food do que com o de uma instituição de elite, “tudo depende do prestígio do coletivo que representa”.

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