Pedro Garcia E O Funil 2

Pedro Garcia E O Funil

A paralisia de Córdoba é um loop do que neste instante é muito difícil sair. Durante anos foram se sedimentando uma série de vícios, de regras não escritas e fobias nocivos para o conjunto dos interesses da cidade. Generosas estruturas pagas com o dinheiro de todos os cordobeses que se gripan a si mesmas, são ingobernables e ainda mais perniciosas no momento em que ficam ao tença do sectarismo político ou a incompetência maiúscula.

A Gerência de Urbanismo de Córdoba quase nunca funcionou pra mobilizar projetos, ordenar com critério sustentado e conexo da cidade, veicular a atividade econômica ou gerar valor suficiente pra consertar ou equilibrar os exageros da bonança econômica. Foi tão acessível como criar uma maquinaria de contrapoder, influências, favores e ameaças.

Código respectivo e a vertigem do monte de processos e o dedo justiceiro do técnico de plantão e tua empatia subjacente. Câmara municipal paralelo do que fazer política (sendo empenhados), não urbanismo. Dotado de uma infantaria e oficialidade nos escritórios sem galões reais para ser tratada e convertida logo após numa taxonomia anárquico, jíbaro, interessado e egocêntrico.

O enésimo exemplo foi cristalizado na reforma do Palácio do Bispo, que com a aprovação da Secretaria de Cultura desde há mais de um ano e meio, ficou presa no túnel do tempo de Urbanismo. O lugar onde Pedro Garcia faz o cargo de vereador do funil que tudo o que bloqueia, e agindo com o seu particular pernada caciquil: quando e como eu disser.

  • PLC: 14,7% o que lhe dão 3 deputados
  • Qual necessita ser a união de cores pra nossa marca? O que ocorre com o logótipo
  • Bartolomeu Bives. (Tacos)
  • , Etc. etc. etc
  • 2 Época romana

E é até melhor que o vereador do funil não agir no momento em que lhe dão estes ataques de diligência. Quando vai rápido, acaba rapado. Se envalentonó com o Cosmos e acabou, anos depois e com o prejuízo causado, por deixar o defeito pra Junta pela mesa. Quis atrancar a segunda porta da Mesquita-Catedral, e as confrarias passaram.

É um político de Lope: nem sequer faz nem sequer deixa fazer. Um perfil muito próprio, hoje da engrenagem recinto e que se vai multiplicando à medida que os anos passam, sendo diretamente proporcional, além disso, pela exclusiva dependência do trabalho do vereador de vez com a política. Se solucionaran os defeitos, ficariam sem trabalho. O Bispado leva anos tentando reformar tua sede pra ofertar um novo ativo turístico e cada desculpa é legal (imediatamente, uma escada) para definir as frustrações e os preconceitos ideológicos com a política de terra queimada. Míope e vingativa. Sem escrúpulos. Que siga o loop.

Enquanto que Diana começa a identificar-se como lésbica. Aída continua a trabalhar no bar e Gonzalo e Carlota se prometem para se casar. Elenco: Javier Câmara, Amparo Baró, Blanca Portillo, Gonçalo de Castro, Pau Durà, Marina Gatell, Anabel Alonso, Carmen Machi e Daniel Esparza. Diana. Por último chega Lúcia, uma sobrinha de Sole e prima segunda de Paco, que se apaixona por Alex, porém graças a da diferença de idade, ambos levarão uma relação em segredo. Elenco: Javier Câmara, Amparo Baró, Blanca Portillo, Gonçalo de Castro, Pau Durà, Marina Gatell, Anabel Alonso, Carmen Machi, Daniel Esparza e Marian Álvarez.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Rolar para cima