Peter F. Drucker 2

Peter F. Drucker

Peter Ferdinand Drucker (Viena, 19 de novembro de 1909-Claremont, onze de novembro de 2005), foi consultor e professor de negócios, tratadista austríaco, e advogado de carreira, considerado o maior filósofo da administração (também denominado como management) do século XX. Foi autor de mais de 35 livros, e suas idéias foram decisivas pela formação da Corporação Moderna.

Drucker escreveu inúmeras obras conhecidas a nível mundial, sobre tópicos referentes à gestão de empresas, sistemas de detalhes e a nação do discernimento, área em que é conhecido como pai e mentor em conjunto com Fritz Machlup. Drucker deixou em suas obras o cunho de tua enorme inteligência e sua incansável atividade.

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Hoje, é considerado o pai do management como disciplina e continua sendo instrumento de estudo nas mais prestigiadas escolas de negócios. Peter Drucker nasceu em Viena em 1909, em uma pequena povoação chamada Kaasgrabeen. De ascendência judaica, seus pais se converteram ao cristianismo. Cresceu em um recinto em que intelectuais, altos cargos do governo e cientistas se reuniam para falar recentes ideias.

Depois de se formar na Döbling Gymnasium em 1927, Drucker mudou-se pra Hamburgo, pela Alemanha, onde trabalhou como aprendiz em uma organização algodão e, logo em seguida, como jornalista, escrevendo para o Der Österreichische Volkswirt. Mudou-Se depois para Frankfurt, onde trabalhou pro Diário Frankfurter General-Anzeiger e adquiriu um doutorado em Direito Internacional. Lá, trabalhou como jornalista, misturando a sua actividade com a política desde o ano de 1920 até a queda da República de Weimar. Em 1933, mudou-se pra Londres, onde trabalhou em um banco e, também, foi aluno de John Maynard Keynes. Anteriormente, na alemanha, tinha sido discípulo de Joseph Schumpeter. Foi a última pessoa que, em existência, teve aulas com estas duas grandes figuras.

Em 1937, após 4 anos em Londres, o auge do nazismo forçou-o a emigrar pros EUA, onde tornou-se professor e escritor. Também foi presidente honorário do Peter F. Drucker Foundation for Nonprofit Management. Em 1971, obteve a cátedra Clarke de Ciências Sociais e Administração pela Escola de pós-Graduação em Administração da Universidade de Claremont, onde passou a sua última época profissional como professor.

Drucker interessou-se na crescente gravidade dos funcionários que trabalhavam com suas mentes mais que com suas mãos. Você intrigado com o caso de que determinados trabalhadores chegassem a saber mais sobre o assunto certas matérias que seus próprios colegas e superiores, ainda tendo que colaborar com os outros em uma vasto organização. Drucker analisou e explicou como este fenômeno desafiava a corrente de pensamento convencional sobre o jeito em que precisam ser geridas as empresas.

Em sua obra As recentes realidades, ressalta a insuficiência do Estado como agente de “redenção social” e evidência de que somente a produtividade de uma nação podes gerar equidade entre teu povo. Em 1969, pela era Da descontinuidade, teu livro mais popular, Drucker escreveu uma seção sobre isso “comunidade do discernimento”, com base em detalhes e projeções de Machlup. Drucker acrescentou que, no conclusão dos anos 70, o setor do entendimento traria a metade do PIB. Em 1970, o cenário do encontro anual da American Society for Information Science era “a Sociedade da Informação-Consciente”, e um postagem divulgado tratou a respeito “o Advento da Sociedade da Informação”.

Estado-Nação, e, por conseguinte, de ‘a validade das políticas públicas’. O final do homem econômico (1939). Este é o primeiro livro longo de Drucker. Nele expõe tuas razões a respeito de as causas do fascismo e analisa as falhas das instituições determinadas. Aduz vigorosos fundamentos a favor da inevitabilidade de uma nova ordem social e económico.

O futuro do homem industrial (1942). O autor se pergunta, O predomínio das grandes organizações, o poderio dos administradores, a automação e os perigos do monopólio e do totalitarismo são focos essenciais tratados nesse livro. “No meu segundo livro, O futuro do homem industrial, cheguei a conclusão, que o princípio integrador da população moderna tinha passado a ser a organização em grande escala.

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