Por Que É Importante Que O Homem Volte A Pisar Na Lua? 2

Por Que É Importante Que O Homem Volte A Pisar Na Lua?

�Que significa que a China tenha conquistado a face oculta da Lua? A China introduziu nela 2003, com o envio de teu primeiro astronauta ao espaço; e continuou em 2007 e 2013, quando lançou duas missões não tripuladas para orbitar em redor do satélite. Mas a China não é a única. O presidente dos EUA, Donald Trump, colocou também a espiar pro satélite e assinou uma nova declaração pra enviar uma atividade tripulada à Lua e, se tudo correr bem, com destino a Marte.

“O presidente Eisenhower lançou nossa nação à era espacial e o presidente Kennedy nos deu a responsabilidade de entrar à Lua. A Agência Espacial Europeia (ESA), não se quer permanecer pra trás. “Minha vontade é construir uma base infinito na Lua, uma estação aberta para diferentes estados-membros de todo o mundo”, assegurou insuficiente depois da sua tomada de posse, o atual diretor da ESA, Jan Wörner. E o mesmo ocorre com a Rússia, Índia, Japão, Israel, Coréia do Sul e até mesmo da Coreia do Norte.

Então, o que segredos oculta da Lua para ter recuperado o interesse? O que é mais sério: a próxima Lua ou o misterioso e retirado Ultima Thule? Onde Está o homem preparado realmente pra colonizar o satélite? “Chang’e quatro é um passo histórico em direção a uma aldeia robótica e, depois, uma estadia humana infinito e sustentável”, explica Bernard Foing, diretor do Grupo Lunar Internacional da ESA. Mas adverte que não tem que ser a única: “Precisamos de novas missões para aprender a superfície, procurar o gelo, remover recursos naturais, fazer experimentos biológicos e fazer sistemas de suporte à existência”.

Além do mais, o componente da viagem humano em direção ao satélite é uma questão que, segundo o especialista, veremos outra vez em pouco tempo. “Haverá missões tripuladas em órbita lunar a partir de 2022 (com Space X, a Cápsula Orion da NASA ou as neste instante anunciadas pela China). Os próximos passos humanos podem ser a partir de 2025, com missões perante demanda, ou mesmo a partir de 2030 poderemos ver de perto rotações, em maneira eterno”, diz Foing.

Algo do mesmo jeito que o que ocorre pela Estação Espacial Internacional, no entanto com uma apoio permanente pela Lua. O Centro Aeroespacial Alemão (DLR) ressalta a importância de prosseguir enviando missões a nossa Lua. “A começar por um ponto de vista científico: absolutamente tem sentido. Além de como “trampolim” para Marte, “ainda existem algumas dúvidas sem resposta sobre a origem e a evolução da Lua, e como “dá certo” o sistema Terra-Lua.

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A Lua é, por então manifestar, o membro final primordial da evolução dos corpos planetários com superfícies sólidas -ou planetas rochosos”- contra Mercúrio, Vênus, Marte e a Terra”, explicam os especialistas alemães. Divergem, não obstante, a respeito de uma hipotética colonização da Lua. “Atualmente, nem ao menos está claro se alguma nação agência espacial ou materiais internacional seguirão o intuito de colonizar a Lua, o que, é claro, é um recurso bastante caro e complexo. Será que a próxima Lua ou o longe Ultima Thule?

“A Lua é o membro da família ao lado da gente, portanto que nós queremos “abraçá-la” com um braço esticado e alcançá-la com uma nave espacial em poucos dias. “Ademais, os exoplanetas são mundos incríveis, mas ainda só são realizáveis com nossos telescópios”, apostila Foing. E dentro da Lua, por que é desigual a sua face oculta? O marco chinês é ter conseguido pousar na primeira vez na face oculta da Lua.

Mas, por que é tão primordial? “Tem uma superfície muito mais antiga do que o lado próximo e uma casca mais grossa”, disse à ABC Bernard Foing, diretor do Grupo Lunar Internacional da Agência Espacial Europeia (ESA). “Essa dicotomia permanece um mistério, mas as medições geoquímicas de Chang’e-4 conseguem ceder pistas”.

O rover da sonda está equipado com câmeras, um radar de penetração pro subsolo, capaz de adentrar-se a cem metros e de estruturas, e dois espectrômetros pra verificar a assinatura química do solo. Além disso, analisa os efeitos do vento solar e simulará observações radioastronômicas. “A face oculta da Lua, livre de ruído de rádio terrestre, abre uma janela inteiramente nova para fazer radioastronomia de muito baixa regularidade, o que é uma expectativa pra cosmologia futura e observações astronómicas”, declara Foing.

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