Por Que Os Leões-Marinhos, E Não Focas?

Estamos começando nos anos 60, ao amanhecer as máximas tensões da Guerra Fria. Berlim se fratura em 1961. A CIA mete a pata na Baía de Cochinos (Cuba). Kennedy e Kruschev coquetean dar início a III Guerra Mundial, várias vezes, a mais crítico durante a Crise dos Mísseis de 1962. Vietnã se complica cada vez mais.

A ficção se inspirava na verdade, enquanto esta se adiantava a ficção com múltiplas idéias militares pra derrotar a URSS. Em 1960, a US Navy começa um programa classificado para treinar mamíferos marinhos. Depois de um tempo, a experiência se espalhou pros leões marinhos californianos, as orcas e as belugas.

Em todas essas décadas de experiências, demonstrou-se que aquilo não foi uma de tantas circunstâncias pós-Hiroshima, no entanto que os mamíferos marinhos tinham muitas habilidades. Tais como, de acordo com a Marinha dos estados unidos, no Golfo Pérsico, os leões marinhos e golfinhos ajudaram a detectar em torno de 100 minas submarinas que poderiam ter explosionado em seus barcos. Na atualidade continuam participando de programas militares, como exercícios de detecção de explosivos, recuperação de material submerso e patrulhamento de portos e instalações costeiras. Francisco Torner, o diretor de Controle de Gestão do Oceanogràfic, explica que “em outubro de 2016, foi assinado o acordo pelo motivo de a UME estava interessada em trabalhar com estes animais.

Mas, por todo o instante se deixou claro que o término do projeto seria a ação social, nunca militar”. Mas, pra começar pelo início: Por que os leões-marinhos, e não focas? “Por tua flexibilidade e inteligência, que é aproximado à dos cães”, explica o coronel veterinário Luis Martín Otero.

“Não são tão inteligentes como golfinhos, mas, comparativamente, são muito mais baratos, tais como, à hora do transporte, em razão de são capazes de estar fora da água e os golfinhos não, e isto barateia muito todo o projeto”. Otero faz divisão da terceira perna nesse projeto, pois que é do laboratório de Vigilância Sanitária Veterinária da Universidade Complutense de Madrid.

Ele teve a iniciativa de há seis anos pra fazer este projeto, e colocar em contato as novas partes: o Estado-Maior e o Oceanogràfic. Daniel Garcia, diretor de Biologia nesse último. São animais que aprendem rápido e têm características físicas muito boas pra essas tarefas. O outro vasto ponto a teu favor é que se são capazes de operar em tal grau em água adocicado como salgada. Ao teu lado está Ginger, a leoa de seis anos que treina pessoalmente. Lexi é outra leoa mais pequena (tem dois anos), e já está iniciando a estudar. Elas são mantidos com uma dieta de cerca de 9 quilos diários de peixe, principalmente o arenque, capelines e lula.

com poucos meses de criação em razão de, mesmo que o projeto leve anos sobre a mesa, estava paralisado, principlamente, por falta de fundos. A Fundação Oceanogràfric está neste instante em plena efervescência de projetos de procura e foi retomado. Ainda está em fase de testes, que as leoas “de instante não estão prontos pra sair, e o ritmo executam delas”.

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Amy vai aconselhar todos os truques por fases e podes-se manifestar que Ginger já é a vantajosa. Sempre fala as leoas de modo muito expressiva, uma vez que diz que “não se poderá ser tímido com elas”. Xavier e Sandra, que treinam a Lexi, estão numa fase mais inicial: Sandra oferece uma corda, Lexi leva a Javi e Javi lhe oferece um anel para que ele o leve a Sandra.

Pode parecer pouca coisa, entretanto é que antes você necessita ensiná-lo a apanhar o anel, em razão de no começo não quer nem sequer mordê-lo e tem que se acostumar com o seu toque. Há bem como que ensinar a sustentá-lo, já que o normal é que o mordidos e solte. E enfim, há que ensiná-lo a levar ao treinador e entregá-lo.

porém, o foco é que os animais sejam capazes de dar estes objetos no fundo do mar sem receber nenhum a alteração, que será o que aconteça pela vida real. Por exemplo, transportar uma corda a um submarinista aprisionado em uma caverna. Ou deixar um GPS em um material que tenha que recuperar.

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