"Por Trás De Nossos vinte Minutos De Fama Há Muita Merda" 2

“Por Trás De Nossos vinte Minutos De Fama Há Muita Merda”

Hinds voltam novamente ao panorama musical português com “I don’t run” (Lucky Number, 2018), arrastando-se ainda o peso de sua lenda, dada a compreender antes mesmo de tua estreia discográfica faz já 2 anos. Eram Carlotta Cosials e Ana Garcia Perrote. Se faziam chamar Deers, apresentavam em suas casas e só deram dois concertos antes: um deles no restaurante vegetariano de um familiar, à uma da madrugada. Ainda não tinha postado nem uma maquete.

Essa mesma noite, subiam os seus dois primeiros temas a Bandcamp, dando o pontapé de saída pra uma das corridas mais surpreendentes e meteóricas que se conhecem por aqui. Nenhuma delas se explica, contudo depois de mudar o nome por Hinds e englobar Ade Martin (miúdo) e Amber Grimbergen (bateria), todos ganhou uma velocidade vertiginosa.

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  • Mantenha os grãos a 1 até três porções ao dia.[11] Isto irá ajudá-lo a perder peso
  • O vinagre
  • Mans I need não introduction
  • 3 Pancreatite complicada
  • 8 Pro ponto 19

Seu quarto concerto da banda —nenhuma se havia feito antes em um palco— foi em Londres, com todas as entradas comercializadas. O quinto, o mesmo em Berlim. E o número 20, abrindo para o The Libertines, atuaram em frente a centenas de pessoas em um estádio de Paris. Seguiam sem disco no mercado.

Começaram a receber boas opiniões de publicações, como o “NME” ou “The Guardian”, que as escolheu grupo da semana em setembro de 2014. Ouviu elogios de bandas primordiais como The Black Keys, The Pastels ou Primal Scream. Com teu segundo disco, o quarteto de madri foi conseguido a começar por tua apoio em Madrid e em menos de uma semana o aplauso unânime da detalhista crítica anglo-saxônica. Após retornar de uma extensa turnê pelos EUA, iniciaram uma série de shows pela Grã-Bretanha, França, Bélgica, Alemanha e Suíça, para retornar depois para Boston, após uma semana de descanso.

—o Encontram alguma razão pra explicar esse salto de popularidade sem ter nem ao menos um disco lançado? —Carlotta Cosials (CC): “Se você pesquisar a história, só posso expor que a música e o acontecimento de ter estado estabelecido. —Ana Garcia Perrote (AGP): Exato. Ter dito ” sim ” a este quarto concerto em Londres.

Quando nos propuseram abrir para o The Libertines, todo mundo nos dizia: “Ei, se você não podes, não ocorre nada”. Mas nós, nós repetíamos: “Como vamos dizer que não! Vamos embora não estejamos preparados”. E sabemos que temos cagado diversas vezes. —Como andavam todos aqueles primeiros passos de tua carreira sozinho? —AGP: Sim, e concretamente nós íamos sós. Mas o de Londres é verdade que foi mais coisa de nosso manager, que nos alegou: “vocês Estão recebendo um número de e-mails que não teve ninguém pela história da música espanhola. Nós vamos para Londres”. “Mas como vamos fazer se é o nosso quarto concerto!

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