Porque Isso É Cádiz 2

Porque Isso É Cádiz

Vejer é puro Cádiz. Branco, blanquísimo, labiríntico, feliz, com jaleíllo, todos os bares, a justa artesanato e monumental. Se perder por tuas ruas de imediato é ganhar. E encontrar-se com o seu castelo, atravessando os seus magníficos arcos e sentar-se em cada um de seus terraços e acompanhar a existência passar, um triunfo. É tão belo que não pode ser mais. Também, está referente com o Chef Chaouen, o público marroquino, que é desenhada em azul.

Em Vejer lhe passa o que a Frigiliana, a Calella, a Safra ou a Carne. IG). Casas solapándose umas com as algumas em um jogo de geometria espetacular que só quebram o castelo que foi moradia dos duques de Medina Sidonia, e a igreja do Salvador, por tua solenidade. E para prosseguir, é turístico, todavia daquela forma, hospedarias e casas com encanto, tudo muito vida.

Suas fachadas, as tuas portas e as janelas, vasos de flores, que colocam as paredes brancas, a sua cor, flores e mais flores, e um sequente sobe e desce se apaixonar. À medida que nos aproximamos do vasto azul, de imediato se compreende, o grau de conservação do património cai dos solos, sobretudo no sul. Desta maneira Vejer surpreende em tal grau, pelo motivo de é tal e qual, como se tivesse expulsado o âncora em outro tempo. A antiga vila está rodeada por um ambiente amuralhado, que é de traçado irregular, para salvar os desníveis do terreno e aberto por quatro portas e duas torres (Morgado e Correr).

Tem templo soberbo, a de imediato mencionada igreja do Divino Salvador, que é mudéjar e gótica, montada sobre o assunto uma antiga mesquita. E tem, atenção, um aqueduto romano e moinhos de vento, dos antigos, que não iam estar todos no canal Da Mancha. E tão perto, os outros, os moinhos de parque eólico que lhe dão boas-vindas a esse lado do Estreito. Querer voar contra o vento a toda a hora tem conseqüências. Se o pior é continuar na terra, nem sequer seria tão complicado outra vez. E já neste instante não poderei te emprestar minhas asas nem sequer subir a saia, nem ao menos cogerte com vício sem demora é o mesmo de rir de tudo que choram por nada.

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Pois dizíamos do patrimônio artístico, porém o natural assim como não fica pra trás. Por correto, Vejer também possui o seu próprio floresta artístico. Concretamente, Montenmedio, que fornece abrigo a Fundação NMAC, um museu ao ar livre em que convivem arte moderna e meio ambiente, com obras de artistas de diferentes nacionalidades.

Este povo branco vinho tem um monte de nobreza. O Jardim do Califa é um histórico: um celeiro do século XVI com um jardim repleto de palmeiras onde se transmitir a comida marroquina e médio-oriental. E junto a ele, todas as tascas, tabernas, cervejarias e outros, em marcha pra uma manhã e uma tarde e uma noite sem final.

Pois isso é Cádiz, senhores, e tudo começa com um aperitivito e vai saber até quando. O Hotel, o Mercado Gastronômico de São Francisco, ou em Casa de Varo, ao lado da igreja, o melhor web site para adentrar-se no mundo do atum de almadraba. Ou A Bem Pagã, pra quando comparecer a hora de copas e o flamengo.

O que tem Vejer é que todos os alojamentos, sejam do tipo que forem, são genuínos e te fazem constatar um vejeriego (e sorte) mais. É o caso do Chic Sleep in Caldas, que conta com casas de aluguer para férias com mobiliário centenário recuperado, peças vintage e muito design. Aí estão Fonda Antiga e Casa Da Pilha. O incrível, estão em pleno centro histórico e alguns continuam até o pátio. Outras opções para embaralhar são o hotel V Vejer e A Casa do Califa.

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