Professores De Portas Abertas 2

Professores De Portas Abertas

o instituto Julio Verne de Leganés (Madrid) cinco professores de diferentes disciplinas dão aula de cada vez pela mesma sala de aula. O assunto é a Guerra da Independência, e cada um explica o que domina. A de Desenho disecciona a Goya e o de Literatura analisa poemas sobre isso os convencionalismos sociais. A Biologia relata as grandes expedições científicas que começaram ao longo do Iluminismo, no tempo em que a História fala de Napoleão.

A sessão termina com Aba cantando Waterloo no YouTube, uma ideia que lhe aconteceu a Elena Laço, a de Inglês, que é a mais jovem do grupo. Parece um pouco caótico, entretanto a sala de aula tem cem metros quadrados e os cinquenta e um alunos -ajuntaram duas classes de 4º a Isso – permanecem invulgarmente concentrados.

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Não se distraem. “Em 20 minutos eu aprendi mais do que em dois dias”, expressará depois para a saída a só quinze anos Alexandre Utrilla. Esta típico maneira de ceder aula ainda é experimental do instituto. Ela e seus colegas dão aula juntos, avaliados em comum e se observam uns aos outros numa forma de perceber o ensino que não é freqüente. Há poucos dias, o Relatório PISA puxava as orelhas para os docentes espanhóis, pelo muito que têm complexidade em trabalhar em equipe.

A maioria reconhece-o em privado: um “excesso de zelo” leva a considerar uma “intromissão” do que outros colegas de entrar em sala de aula pra constatar como o executam. “Neste grupo todos nós pensamos: ‘Eu sou o excelente’, e isso é um dificuldade. Todos nós temos que aprender de todos”, reconhece Pedro Trujillano, a professora de História, que foi inserido para os alunos a checar o decreto que Napoleão assinou em 3 de junho de 1808, pra justificar a invasão de Portugal. Trujillano é a mais veterana e reconhece que não está acostumada a falar sobre este tema os truques que tem acumulado durante décadas. Mas é isto.

” Porque, no instituto todos se deram conta de que o que estavam fazendo, não servia. “Os guris se cansar e nós também. O mundo inteiro vê que as coisas não funcionam, que existe um grau de suspensos e de abandono relevante. E a saturação é tão extenso que alguns de nós estamos colocando as pilhas. Não poderá ser que haja professores que estejam desejando se aposentar”, diz Hernandez Revolta.

Ele apresenta a desculpa pro diretor do instituto, Francisco Javier Bellón, que inclui que “os caras lhes custa muito concentrar-se, porque tem muitas coisas, como a web ou as redes sociais, que lhes distraem do aprendizado”. O Júlio Verne é um dos poucos centros que fez do trabalho em equipa entre docentes toda uma prioridade de seu projeto educativo. Desde a equipa de gestão que encoraja os professores a criar este artigo o que executam.

E não apenas colaboram entre si, porém que assim como promovem a sua metodologia no exterior. Algumas de suas boas práticas são replicados em outros 3 centros de ensino Médio. Estes professores executam quota de um novo movimento, ainda muito pequeno, que deixa a porta da sala sempre aberta e incentiva outros colegas, pra que entrem navegar. Conscientes de que são o pilar do sistema educativo e de que boa quota do que executam repercute diretamente nos alunos, utilizam os websites e as redes sociais para compartilhar tuas ferramentas.

É o caso de João Villar, professor de Língua e Literatura da Isso no colégio públicoEgape de Urnieta (Gipuzkoa). Também trabalha dessa forma Lara Romero, coordenadora TIC do colégio privado Alameda de Osuna de Madrid. Ou César Poyatos, um velho funcionário de uma subsidiária da IBM, que leva quinze anos dando aula no colégio conveniado, San Diego e San Vicente de Madrid. “Cada professor explica seus objetivos e os colocamos em comum. Nós Nos sentamos juntos, programas juntos e avaliamos de modo conjunta.

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