Quem A Mandava Flores Pela Primavera? 2

Quem A Mandava Flores Pela Primavera?

você Tem o javascript desativado no instante. Muitas funções conseguem não funcionar. Por gentileza, reativa o javascript pra obter a funcionalidade completa. Editado por regenerador, dezenove de dezembro de 2014 – 20:00 . E de uma época em que a música era a rainha indiscutível do panorama musical português (anos 40), nós vamos pro lado oposto da moeda.

Na década de 90, o gênero coplero constituía um estilo musical bastante minoritário e esquecido (a partir de um ponto de visibilidade comercial). A música que vos trago hoje, foi montada no ano de 1990. Pertence a um dos últimos discos de Marifé de Triana. Nesta década, Marifé neste instante não tinha uma voz tão limpa e nem tão forte quanto a que tinha de jovem (quando você fica mais velho, é normal que te custe afinar, que lhe falte mais ar e não comparecer a certos tons).

  • Você neste instante quis esquecer
  • 3 Reinado Escuro
  • cinco Chloe Carmichael
  • Coisas pervertidas para expressar ao meu namorado
  • Um pouco mais à retaguarda
  • A Árvore De Villanueva (Rafael Escalona)

Desta forma, essas carências vogais, as recompensada com uma dose extra de visão, de tal maneira que, em vez de observar uma cantora no palco nós estávamos lendo uma atriz que rozaba, em alguns casos, a sobreactuación. Evidentemente, a respeito gostos não há nada escrito. Para mim, essa Marifé interpretativa eu não adoro em tal grau. Mas, sim eu adoro do significado poético de tuas letras e a elaboração poética. Como será a existência sem o amado?

o Que haverá após essa relação? Como se vê, trata-se de um poema impregnado de um profundo assunto humano, que mistura o afeto com o existencial, de uma maneira clara e sincera. O exercício da oração subordinada temporal ” (“Quando você quer”) marca o fim da ligação amorosa como alguma coisa certo, irreversível, inevitável (mais cedo ou mais tarde o carinho acaba e não poderá fazer nada). Evidentemente, trata-se de uma visão subjetiva, pessoal, partidário, extraída dos próprios códigos do eu poético, de acordo com a tua maneira de criar a vida (pensamentos), que está condicionada por tuas experiências de existência.

Haverá gente que esteja de acordo com esta alegação tão rotunda, e outra que não (em atividade de tuas situações). O eu poético, que adota uma presença reflexiva e analítica a respeito da experiência amorosa (“Vou fazer um balanço desse carinho tão extenso que os 2 tivemos”). Quando o sentimento de afeto pra essa pessoa é tão violento, há vezes que é impossível descobrir o adjetivo adequado. A bimembración de adjetivos sustantivados (“o novo e o diferenciado”) assistência a enfatizar e lançar a indecisão pro futuro. Por meio ambiente, os seres humanos; atendemos a uma circunstância, a uma firmeza, uma rotina.

Com o ir do tempo, isto acabou por forjar nosso feitio, por causa de nos acostumamos a alguns valores e a em torno de estados emocionais, que realizam divisão de nosso estado de “normalidade” e de nossa própria essência. A personificação do silêncio (“o silêncio não quer me ferir”) permite enfatizar as inquietações do protagonista a respeito da sua batalha contra a solidão, por causa de não entende se conseguirá fazê-lo. O silêncio, a inexistência de ruído, neste poema, está ligado à sensação de vago e solidão. Portanto, faz divisão desse linguagem simbólica.

A anteposición do complemento directo “se a noite posso suportar” (hipérbato) é uma forma de conceder motivo ao instante de solidão. O coro se expõe a uma impressão sobre o estado de espírito em ligação com o passo do tempo. Quando alguém é feliz, emocionalmente está feliz, o tempo passa voando. Outro método bastante capaz, que socorro a montar drama é aliar um prejuízo anímico a um item físico, isto é, associar a aflição psicológica com o prejuízo corporal: “Serão as duras feridas pela minha pele, se a sua lembrança me uma obsessão”. Em vista disso vemos um eu poético sufridor, muito parelho com o mártir de amor da velha poesia de cancioneiro.

A mim lembra-me um pouco (sem em tão alto grau extremismo) a figura do amante hereos, que era aquele homem que se obsesionaba tanto com a amada, que ao conclusão enfermaba ou ficou perturbado. O eu-poético feminino, por este caso, se come muito a cabeça sobre isso este questão e não pra de dar voltas às coisas em um loop assíduo de pensamentos e disquisiciones mentais (que muito saudável, não é).

O eu poético se está assombrando com seus próprios pensamentos e conclusões. O vistes a tua expansão? No começo da dístico se deixava conduzir pela angústia e visceralidad, e ao conclusão, se deixou conduzir na razão. O sentimento transborda foi controlada pelo intelecto. A reflexão e a análise das coisas ajudam a compreender um contexto dramático bem como, e a acompanhar as coisas um pouco mais favoráveis. Como vedes, de toda dístico podes-se pegar uma moral.

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