REDUvolution : Fazer A Revolução Na Educação 2

REDUvolution : Fazer A Revolução Na Educação

Hoje, apresento-vos “rEdUvolution : fazer a revolução na educação” de Maria Acaso @mariaacaso. Uma obra que se destaca à primeira visão pela estante de uma livraria por teu formato e colorido. Maria Acaso é professora de Educação Artística pela Universidade Complutense de Madrid. Entre tuas obras esclarecem-se “A educação artística não são trabalhos manuais” e “linguagem visual”.

Além disso, se você quiser ver quota do teu trabalho, você podes consultar em teu site ( mariaacaso. A rEDUvolution começa pela práxis nas páginas deste livro. Talvez você tenta difundir a hipótese de mudança na sala de aula a ponto de que a educação aconteça”, graças a uma linguagem agradável e próximo.

dessa maneira, ao começar a leitura nesse livro, compreendi, ao parelho que com as obras Planeta Web 2.0 e Aprendizagem Invisível que seriam títulos de referência irrecusável na minha futura tese em gestação. Neste ensaio, encontro atraente, não tal o que propõe, possivelmente ideias que, no teu conjunto, de imediato foram analisadas e levadas à prática, como a apresentação clara e viável de suposição. Assim, com exemplos do cotidiano, demonstra como, com muito pouco, queremos praticar a alteração. Desse modo, a tese principal que se pretende é acrescentar a paixão pelo discernimento, partindo da premissa de que a educação formal hoje o destrói.

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Pra essa finalidade, propõe micro, menores atos revolucionários que busquem capacitar o professor na sua prática abordando diferentes eixos divididos em 5 capítulos. O eixo do inconsciente que aceitará a ignorância como um feito positivo, entendendo que o aluno não aprende aquilo que ensinamos. O docente, em um novo papel, deve-se misturá-las, se tornar Dj, formar a partir das idéias de outros e assim sendo gerar novos conhecimentos “um processo de remixagem rizomática”. “A rEDvolution necessita aceitar que os atos pedagógicos, como acontece no restante das práticas humanas, É IMPOSSÍVEL QUE OS ESTUDANTES APRENDAM EXATAMENTE O QUE O PROFESSOR LHES ENSINA” (pág. O eixo democrático analisa o caráter político do feito pedagógico.

Busca, em vista disso, a horizontalidade e o serviço colaborativo dos centros. O professor tem que deixar de ser o pilar central da sala de aula, o farol. Agora, como agente catalisador precisa-se diluir pela categoria, promovendo a reflexão e o debate. “A rEDUvolution passa por aprender a proporção política do feito pedagógico e dar-lhe a volta às execuções de poder” (pág.

No capítulo seguinte, a arquitetura é o eixo principal. Convida-Nos a ir o imaginário atual da suporte de uma categoria, frias e inóspitas, e fazer espaços próprios. Promove a formação de quartos que convidem a reunião em ambientes acolhedores. Em uma reunião pro exercício, de amigos, de colegas de trabalho em um bar. “Decorar a sala de aula não é uma charada só estética, é uma questão política, uma charada de cessão de poder” (pág.

Repensar o espaço implica repensar o tempo, avançar, em vista disso, em processos de aprendizagem que promovam o ensino em cada instante e lugar. A reunião, como um centro natural de encontro entre seres em um frequente caminho em desenvolvimento. “A rEDUvolution mobiliza a passagem de uma educação industrial a uma educação artesanal, de uma educação quantitativa a uma educação qualitativa, de uma educação por meio da sanção, a uma educação baseada no cuidado” (pág.

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