Soc. Bot. France sessenta 2

Soc. Bot. France sessenta

Aleurites moluccana), castanha da Índia, uma árvore candeia ou kukui, é uma árvore do sul da Ásia, de onde se obtém um óleo que é usado como verniz. Pertence ao gênero Aleurites, família Euphorbiaceae, subfamília Crotonoideae. O teu fruto, denominado como noz da Índia, promove-se falsamente como um remédio pra emagrecer, todavia é altamente tóxico e potencialmente mortal.

Cresce até uma altura de 15-25 metros, com uma amplo quantidade de ramos pendentes. As folhas são de cor verde-claro, simples e arredondadas, ou lobuladas ou incertamente 5-lobadas, com o ápice agudo, de 10-vinte cm de comprimento. A noz é redonda, de quatro a seis cm de diâmetro, a semente encontra-se no interior e tem uma camada muito dura, e um alto teor de óleo.

O caroço do fruto é um purgante bastante nocivo e no Havaí, é usado em forma de vela. O óleo é aperitivo, levemente tóxico. O artefato contém diterpenos tóxicos (ésteres de forbol), que têm efeitos agudos laxantes. Não tem nenhuma indicação terapêutica aceita e as sementes são tóxicas. Se oferece no mercado negro como um item milagroso pra perder calorias, bem que a perda de calorias é produzida por estas propriedades laxantes. A ingestão produz irritação no estômago, seguida de vómitos e diarreia.

O contato com a pele, ocorre dermatite. Trata-Se de uma planta de grande risco, porque gera uma diminuição de potássio a grau sanguíneo, causando fragilidade muscular e modificações cardíacas, que são potencialmente mortais. Especialistas no tema salientam que o seu consumo pode conduzir à morte, após sintomas como descompensaciones, diarreia, arritmias e acidentes vasculares cerebrais. Em maio de 2012, a Agência Espanhola de Medicamentos e Produtos de Saúde (AEMPS) retirou do mercado o objeto Noz da India-Magicnuez, declarando-o ilegal por se exibir ao público como dotado de propriedades alegadamente terapêuticas, emagrecimento ou contra a obesidade.

O item podes ter efeitos tóxicos em sua utilização a extenso tempo. Na Argentina, a Administração Nacional de Medicamentos, Alimentos e Tecnologia Médica (ANMAT) não aprovou o teu consumo, recomendando “a restrição do uso e comercialização por todo o território nacional”. Aleurites moluccanus foi descrita por (Lineu) Willd. Jatropha moluccana L., Sp. Manihot moluccana (L.) nepomuk von crantz, Inst.

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  • Verdi, Um ballo in maschera, Gianandrea Gavazzeni, La Scala, em Milão, 1957
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Mallotus moluccanus var. genuinus Müll.Arg., Linnaea l. 34: 185 (1865), nom. Rottlera moluccana (L.) Scheff., Ann. Camerium moluccanum (L.) Kuntze, Revis. Aleurites triloba J. R. Forst. & G. Forst., Char. Dryandra oleifera Lam., Interessante notar que a conformação. Camirium cordifolium Gaertn., Fruct. Aleurites ambinux Pess., Syn. Aleurites commutata Geiseler, Croton. Ricinus dicoccus Roxb., Fl. Aleurites lanceolata Branco, Fl. Aleurites lobata Branco, Fl.

Aleurites cordifolia (Gaertn.) Steud., Nomencl. Aleurites pentaphylla Wall., Numer. List: 7959 (1847), nom. Aleurites angustifolia Vieill., Ann. Aleurites integrifolia Vieill., Ann. Telopea perspicua Sol. ex Parece., Fl. Aleurites angustifolia Vieill. ex Guillaumin, Ann. Aleurites integrifolia Vieill. ex Guillaumin, Ann. Aleurites javanica Gand., Bull. Aleurites remyi Sherff, Publ. Field Mus. Nat. Hist., Bot. ↑ A bibliografia usada para definir o nome justo e os sinônimos está no website do Royal Botanic Gardens, Kew, e é a seguinte: – Smith, A.C. (1981). Flora Vitiensis Nova.

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