Você Pode Ser A Internet Uma Solução Viável Contra O Desemprego Em Portugal? 2

Você Pode Ser A Internet Uma Solução Viável Contra O Desemprego Em Portugal?

Em um estado cujo superior dificuldade é o desemprego -e parece que continuará sendo durante numerosos anos-, o surgimento de novos sectores económicos ou de atividade a toda a hora traz um debate interessante: E isto é pontualmente o que está acontecendo com a web. Entre inmensuráveis setores do comércio habitual que criticam o desenvolvimento do e-commerce, existe um mantra que se repete com certa freqüência: “Em que momento alguém compra pela Amazon, o funcionário de uma loja física perde o emprego”. Ademais, o estudo revela outro dado divertido (e ao mesmo tempo assustador pra lojas físicas): 33% destes showroomers fizeram a compra online, por meio da mesma loja, usando o telefone celular.

Se tivermos em conta que em Portugal há 21,4 milhões de usuários de celulares e que o nosso país é o líder europeu pela penetração de smartphones, parece evidente que as percentagens de showroomers estão aumentando a marchas forçadas. Ao conclusão, não se trata de personalizar numa única organização, pelo motivo de a Amazon é um dos muitos atores que estão fazendo com que muitos setores convencionais digitalicen. Contudo, o rei do e-commerce é o que mais atenção vem sendo o centro, e as análises que sobre o assunto ele se fazem não são a toda a hora positivos. De acordo com um relatório de Casey Research, por cada emprego que cria a Amazon, a indústria tradicional com a que concorre deve se livrar de cinco trabalhadores do setor habitual.

Assim diz o estudo, fazendo fonte ao evento de que, entre 2012 e 2013, a Amazon conseguiu 2,5 mais privilégios do que TJX Companies (sua aptidão offline) com a metade de trabalhadores. Para João Macías, CEO da deMartina, o comércio habitual “é excessivo ‘convencional’, pouca inovação em um setor-chave para a economia direta e indiretamente”.

Separándonos a analogia do comércio, como Quantos empregos criará internet? Chegados a este ponto, as questões parecem óbvias e se atrevem a transpassar a ponte: poderá existir debate a respeito do emprego arrebentado pelas corporações digitais, mas Até que ponto a economia digital podes proteger a fazer postos de trabalho? E, de que tipo são estes postos de trabalho?

Que papel são capazes de desempenhar as corporações de internet pela hora de baixar as listas do desemprego em um país como Portugal? No que a este aspecto diz respeito sim, temos mais fatos, entretanto os números variam muito. E, se nos baseamos nas previsões do referido relatório, a coisa vai, brevemente a fantástica, visto que esse núcleo de trabalho crescerá 25% a cada ano até 2017, no momento em que você cria um negócio de cerca de 230.000 milhões de euros. Quais são as profissões do futuro?

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Então, quais são estes novos empregos que foram criados recentemente, estão sendo ou serão montados muito em breve? Entretanto, há quem acredita que essa aparente controvérsia a respeito os postos de trabalho que destrói web é inútil, por causa de estaríamos diante de um recurso muito parelho ao da Revolução Industrial. É expressar, que em um primeiro momento, a tecnologia destruiria uma série de empregos, sim, entretanto, com o tempo, esses empregos iriam se transformando em outros novos pontualmente para servir de suporte ou complemento para os digitais.

A pergunta desta maneira seria: se tomamos dois tabelas, onde Existe um equilíbrio entre os postos de serviço que destrói internet e os que cria -de modo direto ou indireto-? O saímos perdendo ou ganhando? Infelizmente, por este significado, também dispomos de poucos estudos. E os poucos que existem não são muito transparentes os detalhes que reforcem seus titulares.

Um dado impressionante, contudo que incide pela abertura de vista a indispensabilidade de se ponderar que a criação de um novo emprego digital a todo o momento acaba demandando a constituição de outro tipo de tarefas complementares em setores tradicionais. Além disso, enorme divisão do mérito esses empregos não reside em empresas puramente tecnológicas, precisamente.

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